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Essa é uma questão que ainda faz a ciência perder o sono – não há um consenso entre os pesquisadores.
Essa é uma questão que ainda faz a ciência perder o sono – não há um consenso entre os pesquisadores.
Parece haver um horário ideal para dormir — entre 22h e 23h — associado a uma melhor saúde do coração, sugerem pesquisadores que analisaram 88 mil voluntários.
O novo coronavírus pegou o mundo desprevenido e fez boa parte da população mundial mudar hábitos e se adaptar a essa nova realidade. Para tentar conter a proliferação do vírus, as orientações são diversas: lavar as mãos, evitar tocar nos olhos, boca e nariz sem higienizá-las, manter-se hidratado, evitar aglomerações, usar máscara de proteção, entre outras.
Temos uma boa notícia para quem sofre com a insônia: é possível solucionar esse problema apenas aumentando os níveis de melatonina no corpo. Como conseguir o feito? Basta incluir alimentos que ajudam o organismo a produzir esse hormônio naturalmente. Descubra, aqui, quais são eles:
Uma pesquisa da Universidade Harvard mostra que apenas uma noite ruim de sono é o suficiente para aumentar o nível de ansiedade em 30%.
Se tem insônia ou quer começar a adormecer mais cedo, a solução pode estar na alimentação. Existe uma série de alimentos que promovem o sono. O Lifestyle ao Minuto conta quais são.
Você já passou pela experiência de dividir o quarto ou a cama com alguém e essa pessoa falar durante o sono? Esse comportamento recebe o nome científico de sonilóquio e, segundo os especialistas, advém de um distúrbio benigno que ocorre com mais frequência na infância e nos homens.
A fibra já é considerada um nutriente maravilhoso: basta incluir boas doses diárias na dieta para conquistar um corpo enxuto, proteger o coração e também melhorar a qualidade do seu sono. Segundo um estudo publicado no Journal of Clinical Sleep Medicine revelou que comer mais feijão, grãos integrais e outros alimentos ricos em fibras ajudam você a dormir melhor. Boa notícia, não?
Infelizmente, dormir uma noite de sono profundo não é para todos. Um estudo promovido pelo Sistema de Saúde Pública Britânico (NHS), expô que quase metade da população no país sofre de insônias. Já a apneia do sono, condição que provoca paragens na respiração por cerca de 20 segundos, afeta 69% dos indivíduos.



