Últimas Notícias sobre TSE
Relatório das Forças Armadas sobre urnas eletrônicas será entregue ao TSE nesta quarta
O Ministério da Defesa informou nesta segunda-feira, 7, que será encaminhado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quarta-feira, 9, o relatório do trabalho de fiscalização do sistema eletrônico de votação das eleições 2022.
Moraes determina que PF ouça Marcos Cintra em 48 horas sobre questionamentos a urnas
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou neste domingo que a Polícia Federal ouça, em 48 horas, sobre o questionamento que o ex-secretário da Receita Federal fez a respeito da apuração das eleições de 2022.
A conta do economista Marcos Cintra (União Brasil) no Twitter foi suspensa, na tarde deste domingo (6), por determinação judicial. Antes da suspensão, ele havia feito publicações questionado o resultado das eleições.
Líder do governo afirma que TSE e pesquisas eleitorais favoreceram a vitória de Lula
Para comentar os resultados eleitorais do 2º turno das eleições, ocorrido neste domingo, 30, que consagrou o retorno do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Palácio do Planalto, o Jornal da Manhã, da Jovem Pan News, entrevistou o deputado federal e líder do atual governo na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (Progressistas). O aliado de Jair Bolsonaro (PL) avaliou que as decisões do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, e a divulgação de pesquisas eleitorais beneficiaram a campanha petista e propiciaram a vitória do ex-presidente: “Um país dividido, um país com dois projetos diferentes para escolher. Portanto, muito trabalho para qualquer um que vencesse, para reunificar o país. O ex-presidente Lula deve fazer um grande agradecimento ao ministro Alexandre de Moraes e a Justiça Eleitoral, que o favoreceram grandemente na campanha. As pesquisas eleitorais equivocadas também o favoreceram grandemente na campanha. Quando a pesquisa é técnica e séria, ela acerta, quando ela tem a intenção de influenciar o eleitor de forma diversa por ordem do seu contratante ou por imperícia do instituto, ela erra, não é punida por isso mas influi no resultado da eleição”.
Após a Polícia Rodoviária Federal (PRF) descumprir uma ordem do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e parar pelo menos 610 ônibus que faziam transporte de eleitores, neste domingo (30), dia da votação do segundo turno, a Folha de S.Paulo publicou um levantamento com os números das blitze ao redor do país.
Sem uma declaração pública ou nas redes sociais e também sem falar com auxiliares e aliados, o candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) reconheceu a derrota no segundo turno em conversa com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Alexandre de Moraes. O relato foi feito pelo magistrado na coletiva em que fez o balanço da votação no domingo (30), considerada por ele como pacífica e com menor abstenção do que no primeiro turno.
No primeiro turno das eleições gerais deste ano, a boca de urna foi um dos crimes eleitorais que, ao lado da compra de votos, mais chamaram a atenção das autoridades públicas encarregadas de coibir práticas ilícitas capazes de interferir no resultado do pleito.
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) informou que até 9h40 deste domingo (30) foram substituídas 926 urnas eletrônicas no país, o que representa 0,17% do total dos equipamentos.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, determinou que o Telegram remova dois grupos que, segundo a Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação da Corte, estão sendo utilizados para “propagação de afirmações falsas, mensagens preconceituosas e intimidatórias, assim como para a apologia a atos criminosos e violência política nas eleições em andamento”.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, determinou que o Telegram remova dois grupos que, segundo a Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação da Corte, estão sendo utilizados para “propagação de afirmações falsas, mensagens preconceituosas e intimidatórias, assim como para a apologia a atos criminosos e violência política nas eleições em andamento”.
