O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) disse nesta terça-feira, 22, que a Prefeitura do Rio fazia pagamentos a empresas por conta da propina mesmo ‘em situação de penúria’ e que o valor arrecadado pela organização criminosa chega a R$ 50 milhões.
O prefeito da capital, Marcelo Crivella (Republicanos), que foi preso na manhã desta terça-feira, 22, nega as acusações e diz ser vítima de “perseguição política”. O subprocurador-geral afirmou ainda que há indícios de que a “organização criminosa não se esgotaria” ao fim do mandato e, por isso, houve o pedido de prisão.
O presidente da Câmara dos Vereadores, Jorge Felippe (DEM), assume. O vice de Crivella, Fernando Mac Dowell, morreu em maio de 2018.
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Além de Crivella, foram presos também Rafael Alves, empresário apontado como operador do esquema; Fernando Moraes, delegado aposentado; Mauro Macedo, ex-tesoureiro da campanha de Crivella; Adenor Gonçalves dos Santos, empresário e Cristiano Stockler Campos, empresário. (A Tarde)


