Viúva de Elvis Presley é acusada por ex-sócios de matar filha para assumir herança milionária

Priscilla Presley é acusada de interromper suporte à vida da filha e manter domínio sobre patrimônio de Graceland; ação pede US$ 50 milhões

Foto: Reprodução/Instagram @priscillapresley

Priscilla Presley, viúva de Elvis Presley, foi alvo de um processo movido por ex-sócios de sua filha Lisa Marie Presley, falecida em janeiro de 2023, que a acusam de desligar aparelhos que mantinham a herança do rei do rock viva, com o objetivo de assumir controle total sobre o patrimônio da família, incluindo a mansão Graceland.

De acordo com documentos obtidos pelo New York Post, Brigitte Kruse e Kevin Fialko alegam que Priscilla ignorou a vontade expressa de Lisa Marie, que desejava prolongar sua vida “o máximo possível” em situações críticas. A decisão de interromper o suporte à vida teria ocorrido poucas horas após a internação, antes da chegada da neta Riley Keough ao hospital.

O processo afirma ainda que Lisa Marie pretendia remover a mãe do cargo de administradora do fundo fiduciário e processá-la. Os ex-sócios alegam que Priscilla tinha consciência de que a morte da filha impediria essa tentativa e, dias depois, teria declarado: “Sou a rainha. Estou no comando de Graceland”.

Além das acusações ligadas à morte, a ação pede US$ 50 milhões (aproximadamente R$ 271 milhões) e inclui queixas por quebra de contrato e fraude, afirmando que a viúva teria arquitetado um esquema para manter o controle sobre propriedades e fundos de seguro de vida.

A defesa de Priscilla rebateu as alegações, classificando o processo como “vergonhoso, absurdo e sem mérito”. Em 2023, a viúva contestou judicialmente uma alteração no testamento de Lisa Marie, que transferia a administração do fundo fiduciário para os filhos Riley e Benjamin Keough (já falecido). O caso foi encerrado cinco meses depois com um acordo confidencial.

google news
senac