Após interromper o contrato com a Santa Casa de Misericórdia para gestão de unidades de saúde, a prefeitura de Cachoeira, no recôncavo baiano, classificou como “desastrosa” a administração da instituição. Em nota enviada ao portal BNews, o Executivo municipal também destaca o interesse em assumir a direção da unidade de saúde, “bastando somente a renúncia do atual provedor”.
“Somente em 2019, a Secretaria de Saúde destinou para a Santa Casa mais de R$ 940 mil, através do Programa de Pactuação Integrada (PPI) para a prestação de 56 serviços. No entanto, o problema está na gestão da Santa Casa, que, embora receba o recurso acima mencionado, não presta boa parte dos serviços que deveriam ser executados”, diz trecho da nota.
Segundo a prefeitura, o convênio de cooperação financeira destinava à instituição hospitalar o valor mensal de R$ 30 mil. No entanto, foi necessário interromper o contrato, já que a Santa Casa descumpriu cláusulas relacionadas à prestação dos serviços que deveriam ser executados com os valores com convênio.
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A prefeitura também ressaltou que o recurso contratualizado pelo Estado para a Santa Casa é no valor de R$ 408 mil por mês, porém a instituição recebe R$ 179 mil, pois não consegue executar mais atendimentos. O motivo foi a demissão de médicos que há muitos anos trabalhavam na Santa Casa e foram desligados por terem cobrado os salários devidos.
(Metro1)





