Dolly Parton morre aos 80 anos; cantora deixa legado na música, cinema e filantropia

Artista americana teve carreira de mais de seis décadas e se tornou um dos maiores nomes da música country.

Foto: Reprodução/Instagram/@dollyparton

A cantora, compositora e atriz Dolly Parton morreu nesta terça-feira (25), aos 80 anos. A informação foi divulgada pelo sobrinho, Brian Seaver, nas redes sociais. A causa da morte não foi informada.

Parton enfrentava problemas de saúde nos últimos meses e havia cancelado apresentações em Las Vegas. Nascida no Tennessee, nos Estados Unidos, ela começou a cantar ainda criança e, aos 13 anos, gravou sua primeira música. Depois, mudou-se para Nashville, onde iniciou a carreira como compositora.

Entre seus maiores sucessos estão “Jolene”, “9 to 5”, “Coat of Many Colors” e “I Will Always Love You”. Escrita por Dolly em 1974, a última ganhou projeção mundial na voz de Whitney Houston, na trilha do filme O Guarda-Costas.

Ao longo de mais de seis décadas de carreira, Dolly lançou dezenas de álbuns, escreveu cerca de 3 mil músicas e conquistou 11 prêmios Grammy, além de indicações ao Oscar, Emmy e Tony. Ela também integrou os Halls da Fama da Música Country e do Rock and Roll.

Além da música, a artista atuou em filmes como Flores de Aço e criou o parque temático Dollywood. Na área social, ficou conhecida pela Imagination Library, projeto que distribuiu mais de 200 milhões de livros gratuitos para crianças em diferentes países.

Dolly Parton deixa um legado que ultrapassa a música, reunindo trabalhos no cinema, negócios e filantropia.

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