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O ministro das Relações Exteriores de Israel, Israel Katz, voltou a criticar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva por suas declarações sobre operações israelenses na Faixa de Gaza e o corte de ajuda humanitária a habitantes da região. Nas redes sociais, Katz declarou Lula persona non grata.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva causou indignação neste domingo, dia 18, durante um discurso em Adis Abeba, na Etiópia. Na ocasião, o líder da esquerda brasileira comparou a resposta de Israel aos ataques do grupo terrorista Hamas, ao holocausto judeu praticado pelo regime nazista de Adolf Hitler, ocorrido durante a Segunda Guerra Mundial.
O presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, criticou neste domingo (18) os cortes na ajuda humanitária à Palestina anunciado nas últimas semanas por diversos países. Em viagem à Etiópia, o líder brasileiro voltou a classificar como “genocídio” as ações militares perpetradas por Israel na Faixa de Gaza.
O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump foi condenado pela Justiça de Nova York a pagar US$ 355 milhões por fraude financeira.
Um incêndio atingiu uma residência de idosos em Madrid, na Espanha, e deixou duas mulheres mortas, neste domingo (18). Uma outra pessoa está em estado grave e foi transferida para o hospital, além de 16 que foram intoxicados levemente.
Lula fez pose perto das pirâmides e contou lorotas no Egito e Etiópia, distribuindo palpites infelizes sobre a Faixa de Gaza, mas não se dignou a fazer apelos pela libertação do único brasileiro sequestrado pelo Hamas. O petista poderia telefonar aos camaradas do grupo terrorista ou pedir em público a liberdade. Não o comove nem mesmo o sofrimento da família, que não sabe se Michel Nisenbaum está vivo. É como se o governo considerasse que, por serem judeus, merecem dor e incerteza.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou nesta sexta-feira (16), sua primeira visita oficial à Etiópia. Pela manhã, participou de uma cerimônia de deposição de flores em um monumento na capital etíope, Adis Abeba. Na sequência, teve reuniões bilaterais com o primeiro-ministro Abiy Ahmed. No fim de semana, ele participa como convidado especial da 37ª Cúpula de Chefes de Estado e Governo da União Africana.
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, ordenou que os funcionários do gabinete de direitos humanos da Organização das Nações Unidades (ONU) deixem o país em três dias, para que o governo conduza uma revisão da cooperação.
O mais crítico ao governo russo de Vladimir Putin, líder da oposição, Alexei Navalny, morreu nesta sexta-feira (16), aos 45 anos. Preso há três anos, Navalny cumpria por diversas condenações contra o país. A sua pena era de 30 anos.
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, ordenou que os funcionários do gabinete de direitos humanos da Organização das Nações Unidades (ONU) deixem o país em três dias, para que o governo conduza uma revisão da cooperação.











