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O presidente argentino, Javier Milei, enfrenta nesta quarta-feira (24/1) a primeira paralisação geral desde que assumiu o governo do país, no último mês de dezembro. O ato foi convocado pela Confederação Geral do Trabalho (CGT), maior central sindical argentina, e tem o apoio da Confederação de Trabalhadores Argentinos (CTA), assim como de outros setores.
Após iniciar o dia alcançando a barreira de R$ 5, o dólar inverteu o movimento e encerrou em baixa, com o alívio nos mercados externos e com a venda de divisas. Impulsionada pela valorização do minério de ferro, a bolsa de valores subiu mais de 1% e recuperou-se da queda da véspera.
Um pai de cinco filhos matou a mulher e três filhas em um massacre em Chicago, nos Estados Unidos.
Oprimeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, rejeitou as condições apresentadas pelo Hamas para acabar com a guerra e libertar os reféns que permanecem na Faixa de Gaza,. A proposta incluía a saída total de Israel de Gaza e a manutenção do poder com o Hamas.
Pelo menos oito pessoas morreram, e dezenas continuam desaparecidas, após um deslizamento de terra na província de Yunnan, no sudoeste da China, que soterrou várias casas nesta segunda-feira, 22, informou a imprensa estatal.
A presidente do Peru, Dina Boluarte, foi agredida durante um evento oficial na cidade de Ayacucho. Ela teve os cabelos puxados por uma cidadã.
Uma greve geral na Argentina, prevista para a próxima quarta-feira (24), está causando o cancelamento de voos no país. A Confederação Geral do Trabalho (CGT) da Argentina anunciou a paralisação em resposta a um megadecreto do governo de Javier Milei, que inclui 300 reformas econômicas e trabalhistas.
Aldo Felicíssimo, 32 anos, conhecido como Aldinho, era oficial da Marinha e do Corpo de Bombeiros do DF, mas decidiu pedir demissão do serviço público para viajar ao redor do mundo.
Uma tempestade de neve e frio extremo causou a morte de pelo menos 67 pessoas em 13 estados dos Estados Unidos, desde a semana passada. O Tennessee teve o maior número de mortes relacionadas à tempestade, com 19, seguido por Oregon, com 11, e Illinois, com seis.
Desde 7 de outubro do ano passado, data que marcou o início da Guerra Israel-Hamas, cerca de 20 mil bebês nasceram na Faixa de Gaza. O número, divulgado nesta sexta-feira (19) pela Unicef, agência da ONU dedicada à infância, significa que, em média, nasce um bebê a cada dez minutos em meio ao conflito armado.











