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Céu limpo possibilita visualização com nitidez do eclipse lunar no Recôncavo baiano. Imagens captadas pelo fotografo amargosense Edson Andrade

O território brasileiro está dentro da faixa do planeta com visão do eclipse lunar parcial desta terça-feira (16). O fenômeno acontece quando Sol, Terra e Lua se alinham nessa ordem e, assim, o planeta faz uma “sombra” na imagem do satélite natural.

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Foto: Voz da Bahia

Uma ação simples, como uma mensagem SMS, pode salvar milhares de vidas em ocorrências de desastres naturais. O serviço de alertas nos celulares é gratuito e está disponível para toda a população do País, por meio de uma iniciativa encampada pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR). As mensagens alertam para situações diversas que possam colocar em risco a comunidade de um determinado local, a exemplo das inundações registradas na última semana, na Bahia, após o rompimento de uma barragem. “O cadastro para o envio de SMS é fundamental para preservarmos vidas e minimizarmos os prejuízos econômicos, porque o cidadão recebe com antecedência o alerta e pode se deslocar para abrigos e locais seguros. Por isso, reforçamos à população a importância de se cadastrar no sistema da Defesa Civil Nacional. É uma medida simples, mas que pode ser decisiva”, destaca o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, coronel Alexandre Lucas.

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Eclipse lunar visto de Maturéia, na Paraíba, em janeiro deste ano — Foto: Associação Paraibana de Astronomia (APA)/Divulgação

Na noite da próxima terça-feira (16), o Brasil poderá ver um eclipse lunar parcial – quando Sol, Terra e Lua se alinham e nosso planeta faz sombra sobre o satélite. O fenômeno será parecido com o que o Brasil conseguiu ver em janeiro deste ano. O fenômeno completo terá duração de cinco horas e 33 minutos. … continue

Secas intensas no Nordeste prejudicam o povo não só diretamente, mas também por meio da morte de gado e destruição de lavouras. (Musse Jereissati/Pixabay)

Desde 2013, a Greenfinity Foundation, instituição internacional sem fins lucrativos de projetos sustentáveis, que tem como mantenedora a holding de tecnologia myWorld, lidera o programa “Água para Bahia”, que construiu mais de 150 poços artesianos para atender uma população com cerca de 3 000 pessoas, além de 15 hospitais e 40 escolas baianas. O objetivo do grupo é diminuir a incidência de doenças causadas pelo contato com fontes de água contaminada e garantir a subsistência dos nordestinos que dependem desse bem para ganhar dinheiro e viver com dignidade. No último dia 19, às vésperas do Dia Mundial da Água, celebrado nesta sexta-feira, 22, a UNESCO publicou o “Relatório mundial das Nações Unidas sobre desenvolvimento dos recursos hídricos 2019?, em que revela uma série de dados sobre o acesso à água ao redor do mundo. O documento explora principalmente a falta de água de qualidade e os problemas de saneamento e nutrição por todo o planeta.

Foto: Reprodução / Jornal da USP

O governador de São Paulo João Doria (PSDB) sancionou neste sábado (13) um projeto de lei que prevê a proibição de fornecimento de canudos plásticos em estabelecimentos comerciais do estado. De autoria do deputado estadual Rogério Nogueira (DEM), o texto estipula multa para quem descumprir a lei, com valor de aproximadamente R$ 5.300, que será dobrado em caso de reincidência. Um dos artigos do projeto estabelecia o prazo de um ano para que a lei fosse implementada, mas ele foi vetado pela gestão Doria, que o classificou como “inconstitucional” ao argumentar que a determinação de prazos é de competência exclusiva do Executivo.

Foto: Raul Spinassé/ A Tarde

As praias da Barra, Ondina e Rio Vermelho estão entre as 20 praias impróprias para os banhistas neste final de semana. De acordo com o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), as amostras de água para analises da balneabilidade são coletadas toda semana, no período da manhã, em locais de maior concentração de banhistas.

Filhote foi encaminhado para hospital veterinário e passará por tratamento antes de ser solto novamente — Foto: Sema-MT/Assessoria

O filhote de onça-pintada melânica macho, que foi resgatado no dia 13 do mês passado, em Paranaíta, a 849 km de Cuiabá, voltou a enxergar e recuperou o peso durante tratamento no Hospital Veterinário da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), campus Sinop, a 503 km de Cuiabá. O animal foi encontrado por um morador em uma região de pastagem e apresentava um quadro de cegueira e desnutrição. O morador chegou a ficar com o filhote por uma semana, mas decidiu pedir apoio à Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) ao perceber que o filhote estava muito debilitado.

Foto: STF

O Partido Verde (PV) ingressou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para questionar nove atos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) que liberaram o registro de mais de 200 agrotóxicos no Brasil nos seis primeiros meses de 2019. Na ação, o partido sustenta que os atos questionados contrariam frontalmente diversos preceitos fundamentais da Constituição Federal, entre eles o direito à saúde e à alimentação e ao meio ambiente equilibrado. A relatoria é do ministro Marco Aurélio. A sigla pede a concessão de liminar para suspender os efeitos dos Atos 1, 4, 7, 10, 17, 24, 29, 34 e 42, todos do Mapa. Segundo o PV, a autorização para o registro “acelerado e irresponsável” dos novos agrotóxicos, muitos dos quais proibidos pela legislação internacional, está na contramão da tendência mundial e dos estudos sobre o tema, uma vez se mostram perigosos para a saúde humana e o meio ambiente.

Foto: REUTERS/Bruno Kell

O desmatamento na Amazônia Legal do Brasil alcançou os 920,4 Km² no mês de junho. A marca representa um aumente do 88% com relação ao mesmo mês do ano passado. Os dados foram apresentados nesta quarta-feira (3) no sistema Terra Brasilis, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O balanço parcial do período (1º à 28 de junho) foi divulgado na última terça-feira (2) revelava um desmatamento de 769 km².Eles mostram que, só no último domingo (30), mais de 150 km² de floresta foram destruídos – no sábado (29), não houve registros no sistema, segundo o G1.

Foto: Kyodo News/AP

Cinco pequenos navios zarparam nesta segunda-feira, 1, para a primeira caça comercial de baleias do Japão em mais de 30 anos, uma medida que provocou repúdio global e temores a respeito do destino desses animais. O Japão vem dizendo há tempos que há poucas espécies de baleia ameaçadas, e a notícia de dezembro de que o país deixaria a Comissão Baleeira Internacional (IWC) para retomar a caça foi resultado de anos de campanha de defensores da indústria e do primeiro-ministro, Shinzo Abe, cujo eleitorado inclui uma cidade que manteve a prática por muito tempo. “Se tivéssemos mais baleias disponíveis, nós as comeríamos mais”, disse Sachiko Sakai, taxista de 66 anos de Kushiro, cidade portuária de Hokkaido, ilha no extremo norte japonês, de onde os navios baleeiros partiram após uma cerimônia curta.

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