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Foto: Divulgação

Na reunião em que foi selada uma trégua na crise política, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o ministro da Economia, Paulo Guedes, decidiram desistir de esperar e de pressionar o presidente Jair Bolsonaro para efetivamente entrar em campo e liderar a articulação política. Eles acertaram que, juntos, vão assumir o comando dessa articulação e tocar a reforma da Previdência.

Erro, não existe o grupo! Verifique sua sintaxe! (ID: 45)

Foto: Agencia Brasil

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) ficou calado ao ser questionado, duas vezes, na noite de quinta-feira (28), sobre a permanência do ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez.

Erro, não existe o grupo! Verifique sua sintaxe! (ID: 46)

Foto: Arquivo / Agência Brasil

A mais nova edição da revista britânica “The Economist”, em matéria publicada nesta quinta-feira, 28, voltou a fazer críticas ao presidente Jair Bolsonaro, a quem chamou de “aprendiz de presidente”, e afirmou que o mandato dele pode ser curto “a menos que ele pare de provocar e aprenda a governar”. Bolsonaro já havia sido alvo de críticas por parte da revista no ano passado. “Bolsonaro ainda não mostrou que entende seu novo emprego. Ele dissipou o capital político em seus preconceitos, por exemplo, pedindo que as Forças Armadas comemorassem o aniversário, em 31 de março, do golpe militar de 1964”, trouxe a reportagem.

Foto: © Marcos Corrêa/PR

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quinta (28) o lançamento do “cartão-caminhoneiro”, que vai garantir a compra de combustível, pelos motoristas de carga, sem a variação oscilante do preço do óleo diesel, uma das principais reclamações da categoria. “Teremos, daqui no máximo a 90 dias, o cartão caminhoneiro. O que é isso? O caminhoneiro passa no posto de combustível, ele vai pagar o preço do óleo diesel do dia. Isso é uma vantagem, garante a ele que seu frete não será consumido por possíveis reajuste no preço do óleo diesel [durante uma viagem de fretamento]”, afirmou o presidente. O anúncio foi durante transmissão ao vivo, na noite de hoje (28), na página oficial de Bolsonaro no Facebook.

Foto: Alerj

O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) apresentou uma proposta de emenda à Constituição que sugere a redução da maioridade penal para 14 anos em casos de crimes hediondos, tortura, tráfico de entorpecentes e drogas, terrorismo, organização e associação criminosa. Apresentado ao longo da semana, o texto chegou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado nessa quarta-feira e já conta com 32 assinaturas de senadores de 11 partidos. Segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo, a proposta dele também pretende alterar a legislação para que a maioridade penal para os demais tipos de crimes seja aos 16 anos, não aos 18 como é hoje.

Foto: Reprodução/Facebook

A candidata a Presidência da República pelo PCdoB em 2018, Manuela d’Ávila, fez duras críticas ao presidente Jair Bolsonaro nesta quinta-feira (28) em Salvador. Ela reclamou da “idolatria” ao golpe militar de 1964 e ironizou a atuação dele nas redes sociais. “Ele está brincando na internet. Ele não está sequer brincando de governar, ele está na internet, criando meme”, afirmou a ex-deputada federal. Nesta quarta (27), o presidente da Câmara deu declaração semelhante ao dizer que Bolsonaro está “brincando de presidir”.

Foto: Reprodução/Facebook

Durante reunião da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (27/3), o deputado Heitor Freire (PSL-CE) defendeu que o livro “A verdade sufocada”, do general Alberto Brilhante Ustra, único condenado por torturas cometidas durante o período da ditadura militar, seja usado como literatura de apoio aos professores do país. A sugestão do deputado gerou indignação e surpresa generalizada no colegiado.

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro usou o Twitter para desmentir que esteja planejando exonerar o ministro da Educação, Ricardo Vélez, após polêmicas envolvendo a pasta.

(Brasília - DF, 06/11/2018) Palavras do Presidente eleito, Deputado Federal Jair Bolsonaro. Foto: Marcos Corrêa/PR

O presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), afirmou que não mudará a forma como tem conduzido as articulações políticas de seu governo. A declaração aconteceu nessa terça-feira, 26, em encontro com empresários em Brasília. Na ocasião, ele teria ironizado os ex-presidentes Michel Temer (MDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Foto: Marcelo Chello/CJ Press/Estadão Conteúdo

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) rebateu na tarde desta quarta-feira (27) as declarações do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmando que o governo ainda não começou e que Bolsonaro está “brincando de presidir” o país. “Não existe brincadeira da minha parte, muito pelo contrário. Lamento palavras nesse sentido e quero acreditar que ele não tenha falado isso”, disse Bolsonaro após um evento com o governador de São Paulo João Doria (PSDB) na União Brasileiro-Israelita do Bem Estar Social (Unibes), na capital paulista. “Olha, se foi isso mesmo que ele [Rodrigo Maia] falou eu lamento”, disse Bolsonaro.

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