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Foto: DivulgaCand / Reprodução

Um fato curioso está acontecendo no município de Licínio de Almeida, no centro-sul da Bahia. A cidade possui apenas um candidato a prefeito nas eleições 2020, de acordo com os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Foto : Arquivo/Agência Brasil

A bancada evangélica quer usar as dívidas de partidos e de sindicatos com o fisco para convencer parlamentares de esquerda a apoiarem a derrubada do veto do presidente Jair Bolsonaro ao perdão tributário às igrejas.

Foto: José Cruz/Agência Brasil

Já está disponível para consulta a tabela com a representatividade dos partidos políticos na Câmara dos Deputados que serve de base de cálculo para a distribuição do tempo da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão nas Eleições 2020.

Foto: Elza Fiúza/ ABr

As eleições municipais deste ano terão 20 candidatos autodeclarados como analfabetos. Dezenove deles concorrem ao cargo de vereador e um ocupa a vaga de candidato a vice-prefeito de Monte Alegre, no Pará. As candidaturas para o Legislativo estão espalhadas em todas as regiões do país.

Foto: Reprodução/ Metrópoles/ Colunista: Leo Dias

As eleições municipais estão chegando e veremos alguns velhos conhecidos durante a campanha. Porém, estes velhos conhecidos não são das urnas, mas sim da televisão. Muitos famosos vão aproveitar a sua popularidade com o público para conseguir uma vaga na Câmara dos Vereadores da sua cidade.

Foto: Reprodução/Redes Sociais

O candidato a vereador pelo Rio de Janeiro, André Barros (Psol), publicou em suas redes sociais um vídeo onde pede o voto da população. O cenário da gravação é uma plantação de maconha.

Foto: Reprodução/ Congresso em Foco

A fim de obter o apoio da esquerda na manutenção do perdão às igrejas, a bancada evangélica quer usar as dívidas de partidos e de sindicatos com o fisco. Eles pretendem derrubar o veto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), convencendo os parlamentares de esquerda de que todos são protegidos pela mesma lei de imunidade.

Em alguns municípios, o eleitor encontrará, nas urnas, chapas de siglas adversárias nacionalmente Foto: Fabiane de Paula

Em 2018, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) se elegeu num contexto em que o antipetismo estava aflorado no país. Por conta disto, PSL – seu antigo partido – e PT se colocaram em polos diametralmente opostos, construindo uma das mais acirradas disputas ideológicas dos últimos anos. No entanto, na Bahia, as duas siglas fizeram coligações em duas cidades: Santo Antônio de Jesus, no recôncavo, e Cocos, na Bacia do Rio Corrente. Mas não para por aí. Um levantamento feito pelo Bahia Notícias mostra que legendas tradicionalmente rivais se apoiam em diversos municípios baianos.

Tribunal Regional Eleitoral (TRE), no CAB, em Salvador — Foto: Henrique Mendes/G1

O início das campanhas eleitorais começou no domingo (27) em todo o país. Na Bahia, até o momento, 40.760 candidatos pretendem disputar as cadeiras de prefeito e de vereador, nos 417 municípios.

Fachada do edifício sede do STF

O número exato de candidatos que vão disputar vagas de prefeito, vice-prefeito e vereador ainda nem foi fechado pela Justiça Eleitoral, mas já é o a maior desde 2000, quando a votação no país foi 100% eletrônica pela primeira vez. Até as 15h desta segunda-feira (28), o portal lançado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com essas informações, já registrava 545.036 solicitações. O recorde anterior havia sido em 2016, com 496.887 candidatos.

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