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O presidente Jair Bolsonaro afirmou na última sexta-feira (21) que não vê problema em um eventual atraso de uma semana na votação do relatório da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara. A afirmação foi feita após o presidente ser questionado sobre o risco da votação do parecer em plenário ficar para o segundo semestre.
Dedicado a garantir a aprovação da reforma da Previdência na Câmara, um grupo de deputados atualizou a contagem de votos nesta semana. Agora, eles acreditam ter 325 votos a favor das mudanças no regime de aposentadoria, sendo 17 a mais do que os 308 necessários para que a matéria siga para o Senado.
O avanço nas discussões sobre a reforma da Previdência na Câmara dos Deputados alimenta as esperanças do governo de uma votação em breve na comissão especial criada para debater o tema. As chances de que isso aconteça ainda esta semana, no entanto, são pequenas – em dois dias de discussão na semana passada, 75 deputados foram ouvidos. Ainda faltam 80.
O presidente Jair Bolsonaro afirmou, neste sábado (22), que “há pedidos” de políticos pela indicação de ministros. “Não pretendo mudar ministros, você sabe que há pedidos, é natural. O ministério que mais pedem é o da Minas e Energia, não sei por quê. Ninguém pede o da Damares [Alves, ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos]. É natural acontecer isso aí, a gente conversa, se expõe e se explica e grande parte deles [líderes políticos] entende a situação que nos encontramos”, disse Bolsonaro, pouco depois de deixar o departamento médico do Palácio do Planalto, onde fez exames de
Um novo pacote de mensagens privadas divulgadas pelo The Intercept Brasil revelou que o atual ministro da Justiça Sérgio Moro, enquanto juiz, teria recebido proteção de procuradores da linha de frente da Lava Jato em meio a tensões com o Supremo Tribunal Federal. No conteúdo analisado pela Folha de S. Paulo que se refere ao ano de 2016, o grupo responsável pela força-tarefa temia que as investigações ficassem paralisadas.
Rui curte 3ª noite do São João de Amargosa ao lado do prefeito; festa é patrocinada pelo Governo
O prefeito Júlio Pinheiro (PT) recebeu no camarote do São João de Amargosa o governador Rui Costa (PT). O evento, que tem seus festejos programados para seis dias, foi escolhido pelo Governador como destino da sua diversão e de sua família durante o feriado. O evento, patrocinado pelo Estado, através da Bahiatursa, teve a sua estrutura e organização avaliada pelo governador de pertinho.
Na primeira manifestação pública depois que seu nome apareceu nos vazamentos de conversas divulgadas pelo site The Intercept Brasil, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) disse em uma rede social na noite deste sábado (22) que o ministro Sergio Moro “se saiu bem” no depoimento no Senado sobre o assunto. FHC não fez comentários sobre as menções ao seu nome no caso que vieram à tona na terça-feira (18). Segundo mensagens publicadas pelo Intercept, Moro se posicionou contra investigações sobre o ex-presidente na Lava Jato por temer que elas afetassem “alguém cujo apoio é importante”.
Três em cada quatro partidos do país têm mais da metade da estrutura formada por comissões provisórias
As comissões provisórias compõem mais da metade da estrutura organizacional de 26 dos 35 partidos no Brasil. É o que aponta um levantamento do G1 com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A estrutura temporária, que prevalece mesmo em partidos mais antigos e é mais frequente na esfera municipal, permite que os caciques indiquem dirigentes aos seus comandos. Uma resolução do TSE determina que a duração máxima de comissões provisórias seja de seis meses, contados a partir de 1º de janeiro deste ano. O prazo vence em 29 de junho. Porém, essa data limite pode ser esticada, já que o presidente Jair Bolsonaro sancionou em maio deste ano uma lei que amplia a duração máxima das comissões provisórias para oito anos.
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) declarou hoje (22) que não pretende mudar ministros, apesar dos pedidos dos partidos. “Não pretendo mudar ministros, você sabe que há pedidos, é natural. O ministério que mais pedem é o da Minas e Energia, não sei por quê. Ninguém pede o da Damares. É natural acontecer isso aí, a gente conversa, se expõe e se explica e grande parte deles entende a situação que nos encontramos”, explicou ele.
Menos de cinco meses depois da eleição para as presidências da Câmara e do Senado, um grupo de parlamentares avalia, nos bastidores, a possibilidade de apresentar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para permitir reeleições ao comando do Legislativo, sem qualquer limitação. Três ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) já foram consultados reservadamente e deram aval à iniciativa, sob o argumento de que se trata de uma questão interna do Parlamento.











