Últimas Notícias sobre POLÍTICA

Foto : Reprodução/Agência Brasil

O Tribunal de Contas do Município, em São Paulo, realizou auditoria que aponta que o atual governador do estado, João Doria (PSDB), então prefeito de São Paulo, gastou com publicidade oficial no ano passado mais do que o permitido pela legislação. No primeiro semestre de 2018, a prefeitura paulistana desembolsou cerca de R$ 73,8 milhões com propaganda, 122% a mais do que o permitido pela lei federal 9.504/97, de acordo com o levantamento obtido pela Folha.

Erro, não existe o grupo! Verifique sua sintaxe! (ID: 45)

Foto: divulgação

O governo Jair Bolsonaro deu o primeiro passo para abrir o que chama de caixa-preta do Sistema S. Decreto assinado pelo presidente obriga as entidades a detalhar gastos com salários e serviços prestados à sociedade. Pegas de surpresa, organizações do sistema reclamam da falta de diálogo. Três das nove entidades —Senai, Sesi e Sescoop— estudam questionar as normas na Justiça.

Erro, não existe o grupo! Verifique sua sintaxe! (ID: 46)

REUTERS (Foto de arquivo)

Ocandidato derrotado à Presidência Fernando Haddad (PT) disse que o presidente Jair Bolsonaro “vive num mundo paralelo” e que, além de cortes em setores essenciais como educação e saúde, sua “única medida concreta foi o fim do horário de verão”. Nesta sexta-feira, 10, Haddad esteve no Rio de Janeiro, onde à noite participou de um evento em defesa da educação pública, na Cinelândia (região central).

Reitor da UFRB professor Silvio Luiz de Oliveira Soglia / Foto: Voz da Bahia

O reitor da UFRB (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia), professor Silvio Luiz de Oliveira Soglia, esteve na manhã desta sexta-feira (10) no hotel Pena Branca em Santo Antônio de Jesus e em entrevista ao Voz da Bahia explanou sobre a parceria da UFRB com a Policlínica Regional e como ficará a situação financeira da instituição após o corte de aproximadamente 35% nos recursos destinados às universidades e institutos federais como anunciou o Ministro da Educação Abraham Weintraub, do Governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) (relembre aqui).

CORTES NO ORÇAMENTO DAS UNIVERSIDADES FEDERAIS:

Foto: Alan Santos/PR

Após a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber, estabelecer um prazo de cinco dias para o governo apresentar mais explicações sobre o decreto que flexibiliza o porte e a posse de armas (leia aqui), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que, “se for inconstitucional, [o decreto] tem que deixar de existir”.

© REUTERS

No perfil oficial do ex-presidente Lula no Twitter surgiu um post para alfinetar o presidente Jair Bolsonaro e seus filhos nesta sexta-feira (10).

Foto: Divulgação

Antes de se entregar à Justiça, o ex-presidente Michel Temer almoçou com a família e com ex-auxiliares. Fez questão de mostrar mensagens de juristas que criticaram a decisão do TRF-2 de reativar sua prisão preventiva”, diz o Painel da Folha.

Foto: © Wilson Dias / Agência Brasil

Na noite desta quinta-feira (9), o ‘Jornal Nacional’, da Globo, divulgou a decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro que manteve uma condenação do presidente Jair Bolsonaro por declarações homofóbicas. Em 2011, Bolsonaro foi questionado em uma entrevista sobre o que faria se tivesse um filho gay. O político, na época deputado, disse que isso não aconteceria porque “eles (os filhos) tiveram uma boa educação”. Condenado pela justiça, o presidente pediu esclarecimentos sobre a decisão. No entanto, o pedido foi negado porque o tribunal entendeu que a condenação era clara.

Foto: Reprodução

O deputado estadual Jessé Lopes (PSL) disse na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) que a roupa usada pelas mulheres pode estimular o crime. “Se você quer andar com sainha, shortinho, decote, ótimo. Se você quer chamar a atenção de estupradores, você sabe o risco que está correndo. Se você se deparar com essa situação, lamento”, disse o deputado, ao justificar seu voto contrário a um projeto de lei pelo combate ao assédio sexual e à cultura do estupro em órgãos públicos daquele estado.

Foto: © Pedro França/Agência Senado

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta quinta-feira, 9, em entrevista à Rádio Jovem Pan, que conversou com o chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, para tentar “reorganizar” o decreto do presidente Jair Bolsonaro que ampliou o porte de armas no País. Maia afirmou ter encontrado “inconstitucionalidades”. Mais tarde, o deputado Eduardo Bolsonaro criticou Maia e defendeu o texto. O mesmo fez o porta-voz da Presidência da República. O decreto facilita porte de arma para 19 categorias, entre elas políticos, caminhoneiros e moradores de área rural – estimativas de ONGs apontam para até 19,1 milhões de beneficiários.

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