Últimas Notícias sobre POLÍTICA

Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Pessoas próximas ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) apostam que o ministro da Secretaria de Governo, general Santos Cruz, será demitido nesta semana. De acordo com o site “O Antagonista” e a revista “Crusoé”, a demissão seria na sexta-feira (17) quando Bolsonaro voltar da viagem a Dallas.

Erro, não existe o grupo! Verifique sua sintaxe! (ID: 45)

Ideval Kleber e coronel Mathias do corpo de bombeiros / Foto: Montagem - Voz da Bahia

Após uma emissora de Santo Antônio de Jesus divulgar nesta segunda-feira (13) que o político e empresário Ideval Kleber perderá a presidência do PSL (Partido Social Liberal) no município, legenda essa que tem como seu maior representante o presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, em contato com o Voz da Bahia, Iderval afirmou que essa informação não procede.

Erro, não existe o grupo! Verifique sua sintaxe! (ID: 46)

Foto: Agência Câmara

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, voltou a repetir a expressão que tem usado desde vieram à tona as denúncias sobre um suposto esquema de candidaturas laranja no PSL de Minas Gerais, durante a campanha de 2018. “Como sempre, tranquilo, sem absolutamente nenhuma preocupação em relação às minhas atitudes, aos meus atos a frente do partido aqui em Minas Gerais”, afirmou o ministro. Ele era o presidente da legenda em MG, na época. No final de abril, a Polícia Federal fez buscas em gráficas e na sede do PSL em Belo Horizonte, para apurar as denúncias.

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Cem dias após a definição da atual legislatura, a Polícia Legislativa do Senado ainda não concluiu o inquérito que investiga suspeita de fraude na eleição que tornou o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) presidente da Casa, em 2 de fevereiro. À época, a primeira tentativa de votação do dia foi anulada depois que, na urna, apareceram 82 votos, sendo que há somente 81 senadores na Casa. Responsável pela investigação, o corregedor do Senado, senador Roberto Rocha (PSDB-MA) afirmou nesta segunda-feira (13) à Agência Brasil que na semana que vem, quando o presidente da Casa estará de volta a Brasília de uma agenda em Nova Yorque, o caso deve ter um desfecho.

Foto: Reprodução / Redes Sociais

O Tribunal de Justiça do Rio do Janeiro autorizou nesta segunda-feira (13) a quebra de sigilo do senador Flávio Bolsonaro (PSL), filho do presidente da República, e de seu ex-assessor, o ex-militar Fabrício Queiroz. De acordo com O Antagonista, o pedido foi feito pelo Ministério Público do Rio, autorizado em 24 de abril de 2019 e mantido em sigilo até este momento.Além do afastamento de sigilo de Flávio e Queiroz, também terão suas informações bancárias averiguadas a mulher do senador, Fernanda Bolsonaro; a empresa de ambos, Bolsotini Chocolates e Café Ltda.; as duas filhas de Queiroz, Nathália e Evelyn; e a mulher do ex-assessor, Márcia.

Foto : Marcos Corrêa/PR

O secretário-especial de Trabalho e Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho, afirmou na noite desta quinta-feira (9) no Rio de Janeiro que as chamadas normas regulamentadoras (NRs) de segurança e saúde no trabalho vão passar por um “amplo processo de modernização”.

© Pedro França/Agência Senado

O senador Flávio Bolsonaro (PSL) afirmou que o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) tenta “dar um verniz de legalidade” à investigação do caso Coaf, na qual foi identificada movimentação financeira atípica na conta do seu ex-assessor Fabrício Queiroz.

Foto: Arquivo/ Agência Brasil

Ciro Gomes (PDT) se tornou réu em um processo movido pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL). O ex-governador do Ceará é acusado de calúnia e difamação por ter feito declarações polêmicas, durante uma entrevista à rádio Jovem Pan em 2018, sobre uma doação eleitoral da JBS ao Partido Progressista, antigo partido de Bolsonaro.

Dilma Rousseff, durante uma coletiva de imprensa ontem em Brasília. EVARISTO SA AFP

Há três anos, o Senado Federal aprovava por 55 votos a 22 a abertura do processo de impeachment da então presidente Dilma Rousselff, afastando-a do cargo até que o processo fosse concluído. Naquela ocasião, o então vice-presidente Michel Temer assumiu interinamente o cargo de presidente.

Foto:Reuters / Dado Ruvic

Após analisar por um ano 120 grupos de WhatsApp, pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) descobriram que as correntes de mensagens que continham fake news sobre política atingiam mais usuários do que as conversas com desinformação de outros assuntos. O conteúdo enganoso de política também suscitou discussões mais longas e mais duradouras no aplicativo.

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