A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu condenar, nesta terça-feira (18/8), o deputado federal Eder Mauro (PSD-PA) a pagar 30 salários mínimos (R$ 31.350) ao ex-deputado federal Jean Wyllys (PSol-RJ). Segundo as acusações, ele difamou o então parlamentar nas redes sociais.
No julgamento, os ministros concluíram que Mauro, delegado da Polícia Civil do Pará, editou um discurso de Wyllys e compartilhou um vídeo na internet para prejudicá-lo.
Inicialmente, o relator, ministro Luiz Fux, propôs 1 ano de detenção em regime semiaberto ao parlamentar, mas a pena foi convertida em pagamento de 30 salários mínimos. Fux foi seguido por todos os magistrados da Turma.
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Mauro editou um vídeo em que Wyllys havia afirmado que existe um imaginário “sobretudo nos agentes das forças de segurança de que uma pessoa negra e pobre é potencialmente perigosa”.
O deputado, no entanto, recortou o início da frase e publicou um vídeo nas redes sociais em que dava a entender que Wyllys tinha dito que “uma pessoa negra e pobre é potencialmente perigosa”.
Mauro é um dos principais defensores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no Congresso. (Metrópoles)





