Os advogados do ex-presidente Lula tiveram negado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) um pedido de suspensão da ação penal relativa ao terreno onde seria construída uma nova sede para o Instituto Lula.
No pedido, os advogados alegam ter tido a defesa cerceada por, supostamente, não terem tido acesso a um acordo de leniência da Odebrecht. O ministro Edson Fachin, no entanto, justificou que os advogados tiveram à disposição os principais documentos, à exceção de alguns que estão sob sigilo. Na denúncia, o Ministério Público Federal acusa Lula de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O presidente, segundo o texto, teria recebido R$ 12 milhões pelo terreno e uma cobertura vizinha a seu apartamento em São Bernardo do Campo. No total, ainda de acordo com o MPF, o PT teria recebido R$ 75 milhões da empreiteira. (Notícias ao Minuto)
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