Últimas Notícias sobre Coaf

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O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) aponta que o líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR) fez movimentações financeiras incompatíveis com sua renda e patrimônio declarado. O parlamentar está no centro de investigações da CPI da Covid por supostamente estar envolvido em um esquema de favorecimento a empresas aliadas para intermediação de aquisição de vacinas mediante lucro pessoal.

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O escritório de advocacia do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, realizou movimentações financeiras $ 1,799 milhão entre outubro de 2019 e abril de 2020, o que levantou suspeitas para o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

Advogado Frederick Wassef (Imagem: Reprodução/CNN Brasil)

Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontou uma movimentação na conta de Maria Cristina Boner Leo “incompatível” com a renda mensal. Com ganho mensal de R$ 75 mil, ela movimentou R$ 33,9 milhões em apenas seis meses. A empresária é ex-mulher de Frederick Wassef, que atuou como advogado da família Bolsonaro. As informações são da colunista Bela Megale, do jornal O Globo.

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A Lei nº 13.974, de 7 de janeiro de 2020, que trata da reestruturação e transferência do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para o Banco Central (BC), foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (8). A lei foi sancionada sem vetos pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, nessa terça-feira (7).

Foto: Arquivo / Agência Brasil

Durante julgamneto na quinta-feira (21), ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) questionaram a inclusão da Unidade de Inteligência Financeira (UIF, antigo Conselho de Controle de Atividades Financeiras, Coaf), no julgamento que decidirá se órgãos de inteligência podem compartilhar informações sigilosas com o Ministério Público sem autorização judicial.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli - 26/04/2018 (Carlos Moura/SCO/STF/Divulgação)

Ainda durante a leitura de seu longo voto, o ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal comunicou que concluirá nesta quarta-feira seu entendimento sobre a necessidade de autorização judicial para o compartilhamento de informações sigilosas por órgãos de fiscalização e controle, como a Receita e o antigo Coaf (rebatizado de Unidade de Inteligência Financeira). Depois, “se houver tempo”, se posicionará o ministro Alexandre de Moraes e a sessão deverá ser encerrada por hoje.

Coaf: a associação acredita que a mudança não tem respaldo na estrutura do Sistema Financeiro Nacional, composto por órgãos independentes (Marcos Corrêa/PR/Flickr)

Os peritos criminais federais avaliam que o deslocamento do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para a estrutura do Banco Centraltende a fazer com que a unidade de inteligência financeira perca “sua composição colegiada e especialização necessária”.

JAIR BOLSONARO: (FOTO: MARIO DE FINA/NURPHOTO VIA GETTY IMAGES)

O presidente Jair Bolsonaro defendeu a vinculação do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) ao Banco Central, de forma a evitar que o órgão sofra pressões políticas. A declaração foi feita hoje (9) de manhã, quando o presidente deixou o Palácio do Alvorada.

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As suspeitas contidas no relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) não são a única “mancha” no currículo do ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz.

Vice-presidente, general Hamilton Mourão / Foto: Folhapress

O vice-presidente, general Hamilton Mourão, defendeu nesta terça-feira (28) que o Senado não altere o texto da medida provisória 870, que reestrutura o governo, sob o risco de o texto caducar caso tenha de passar por nova análise da Câmara.

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