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Foto: © Marcello Casal JrAgência Brasil

O dólar fechou em alta hoje (25) contra o real, com otimismo sobre a aprovação do projeto de lei do marco do saneamento contrastando com o pessimismo sobre o número de infectados por coronavírus nos EUA.

Foto: Folha

O mercado financeiro voltou a ficar tenso nesta sexta-feira, 3, em meio à cautela generalizada em relação ao impacto da pandemia do coronavírus na economia. O dólar comercial superou a marca de 5,31 reais, e a bolsa de valores brasileira voltou a ser negociada abaixo dos 70 mil pontos, após os casos da Covid-19 no mundo superarem 1 milhão e os dados de emprego nos Estados Unidos piorarem.

Foto: Reprodução/InfoMoney

O aumento no número de casos do coronavírus no Brasil provocou forte queda na Ibovespa nesta sexta-feira (6), acumulando redução de 8,09% na semana. Desde a volta do carnaval, a queda total acumulada é de 14%. Neste período, o dólar avançou em 5 pregões seguidos, chegando a R$4,66.

Foto: AB

O dólar à vista fechou a quarta-feira em alta de 0,11%, a R$ 4,2037. O dia foi marcado por feriado em São Paulo e outras praças, como Rio, mas houve algumas negociações com a moeda americana no mercado comercial em outros locais, como Brasília. O volume de negócios ficou em US$ 342 milhões, abaixo da média de dias úteis normais, que costuma ser em torno de US$ 1 bilhão.

Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

No dia em que o Senado vota a reforma da Previdência em segundo turno, o dólar teve a maior queda em quase dois meses, e a bolsa de valores voltou a bater recorde. O dólar comercial fechou esta terça-feira (22) vendido a R$ 4,076. Esse foi o maior recuo para um dia desde 4 de setembro, quando a divisa tinha caído 1,79%.

Foto: BC/ Divulgação

O Banco Central (BC) voltará a vender dólares à vista das reservas internacionais, atualmente em US$ 388 bilhões. Esse tipo de leilão foi feito pela última vez em fevereiro 2009, durante a crise do subprime no mercado imobiliário dos Estados Unidos.

Foto : Fernando Frazão/Agência Brasil

A Petrobras informou que sua dívida liquida caiu de US$ 96 bilhões no primeiro trimestre de 2019 para US$ 84 bilhões no segundo trimestre deste ano. Segundo a empresa, o resultado refletiu sobretudo o aumento da posição de caixa, que atingiu US$ 17 bilhões em 30 de junho de 2019, por causa da entrada dos recursos envolvidos na venda da TAG.

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