Últimas Notícias sobre notícias falsas

Foto: Reprodução / Instagram

A ex-BBB e apresentadora Rafa Kalimann, 28, foi aos Stories do Instagram para falar sobre rumores de que estaria envolvida com um homem casado, que os internautas acreditaram ser um diretor da Globo. “Ontem eu dei risada, porque parece aquelas ‘fanfics’ do Twitter”, começou, disse, “que as pessoas criam uma mentira e acreditam nela.”

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Com seu nome envolvido em notícias falsas, onde afirmam que Instituto Nacional de Tecnologia e Saúde (INTS) venceu a concorrência para administrar o Hospital Espanhol por ser do filho do senador Otto Alencar (PSD), o deputado federal Otto Alencar Filho (PSD), o instituto que assume a gestão do Hospital Espanhol, reaberto para atendimento exclusivo de pacientes já diagnosticados com a COVID-19, revelou que o momento é de unir forças, ajudar e trabalhar para o combate à COVID-19.

Foto : Twin Design/Shutterstock

O Facebook anunciou hoje (16) que mostrará alertas retroativos para usuários que tiverem lido, assistido ou compartilhado conteúdos com informações falsas sobre a pandemia de Covid-19. As notificações, que deverão começar a ser enviadas nas próximas semanas, vão redirecionar para o site da Organização Mundial da Saúde. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo.

Foto: d3sign/Getty Images

Não é de hoje que quando o assunto é saúde, as fakes news parecem ganhar ainda mais força em sua circulação. Desde 31/12/19, quando o novo coronavírus foi descoberto e teve os primeiros casos registrados na China, as informações falsas foram responsáveis por causar pânico desmedido ou negligência em relação às medidas de prevenção ao Covid-19.

Imagem: Reprodução

A preocupação com o impacto da internet e das redes sociais na divulgação de notícias falsas sobre vacina fez a Organização Mundial da Saúde (OMS) convocar gigantes de tecnologia, como o Facebook e o YouTube, para participar de uma reunião com técnicos do órgão para buscar soluções contra a disseminação de fake news sobre o tema.

Foto : Roberto Jayme/ Ascom /TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) quer coibir de maneira explícita a disseminação de informações inverídicas e não verificadas durante a campanha política de 2022. De acordo com a Folha, um mecanismo de combate ao compartilhamento de notícias falsas foi incluído pela primeira vez em uma minuta de resolução da Corte.

A pena para quem divulgar notícias falsas com objetivo eleitoral é de dois a oito anos de reclusão. Imagem: Divulgação

A criminalização da veiculação de notícias falsas, as chamadas fake news, contra candidatos em eleições divide parlamentares. Enquanto defensores da punição mais dura acreditam que a medida é importante para reduzir o impacto da desinformação nos processos eleitorais no país, críticos manifestam preocupação com a desproporcionalidade da pena.

Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O Congresso Nacional derrubou na noite de hoje (28) o veto de Jair Bolsonaro a penas mais duras para quem propaga notícias falsas, as chamadas fake news, nas eleições. O veto ocorreu em junho, quando a Lei 13.834/2019, que atualiza o Código Eleitoral, chegou à mesa do presidente da República.

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Um fake news (notícia falsa) foi registrada no inicio da noite desta quarta-feira (17) na cidade de Santo Antônio de Jesus. A informação inverídica que circulou nas redes sociais dava conta de que o empresário, conhecido Felipe da Mapron havia sido vítima de um sequestro no momento em que deixava a empresa.

Foto: Montagem / Voz da Bahia

Os vereadores do município de Santo Antônio de Jesus, Francisco de Assis Lima Damasceno, popular Chico de Dega (DEM) e Pedro Lopes Ribeiro, conhecido Pedro de Teca (PSD), disseram que foram alvos de fake news. Os edis apontam que foi publicadas notícias falsas com os seus nomes nas redes sociais. Os mesmos não expuseram quais foram as publicações, mas em contato com o repórter Jânio Santana os dois desabafaram sobre o caso e as providências que já foram tomadas.

Chico de Dega:

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