Últimas Notícias sobre Pesquisa
Restaurantes de fast food, como McDonalds e Burger King, estão acabando com a fertilidade masculina, é o que revela uma pesquisa da universidade de Harvard. Adolescentes que preferem alimentos ricos em gordura e processados, como pizzas, salgadinhos, batata frita e hambúrgueres, estão matando as células produtoras de esperma, que nunca podem ser substituídas.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou hoje (27) a realização de pesquisas com hidroxicloroquina para o tratamento da Covid-19.
Mais da metade dos brasileiros é contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) apoiar um protesto contra o Congresso Nacional, que está previsto para acontecer no próximo domingo (15).
Segundo a União Interparlamentar, apenas 24% dos cargos do poder público são ocupados por mulheres no mundo. No Brasil, mesmo representando 52% da população, 16% das candidatas às eleições de 2018 foram eleitas.
Uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) vai acompanhar, por dez anos, os hábitos de alimentação de 200 mil brasileiros. O estudo, chamado NutriNet Brasil, será coordenado pelo Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Faculdade de Saúde Pública da USP em parceria com o Ministério da Saúde.
Se um casal de jovens saudáveis na faixa dos 20 anos, rapaz e moça, tem relações sexuais a cada dois ou três dias sem usar métodos contraceptivos, a probabilidade de gravidez será de cerca de 25% ao mês. Ao completar 30 anos, essa porcentagem começa a diminuir muito lentamente.
Uma planta dentro do escritório pode ajudar a aliviar a rotina e o estresse. Essa foi a conclusão de uma pesquisa da Universidade de Hyogo, em Awaji, no Japão. De acordo com o principal Masahiro Toyoda, pesquisador principal, o objetivo era saber o quanto uma planta pode ajudar os funcionários a se recuperar do estresse nos escritórios.
Ricos vivem mais uma década do que os pobres. Este é o resultado de um estudo realizado pela University College London (UCL) – publicado no Journal of Gerontology – que afirma que as pessoas ricas tendem a viver muito mais tempo livres de doenças e incapacidades do que aqueles que são mais pobres.
O uso recreativo de maconha como estratégia de redução de danos para dependentes de crack e cocaína em reabilitação pode não ser eficaz, é o que mostra uma pesquisa brasileira publicada na revista Drug and Alcohol Dependence.
S egundo a professora Oyinlola Oyebode, da Faculdade de Medicina da Universidade de Warwick, no Reino Unido, num artigo científico que partilhou com a BBC News, nem todas as decisões que afetam a nossa saúde são conscientes e intencionais, já que temos a tendência de copiar o comportamento de amigos, colegas e parentes que admiramos.
