A Justiça italiana rejeitou o pedido de prisão domiciliar da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), que continuará custodiada na penitenciária feminina de Rebibbia, em Roma. A decisão foi publicada na última sexta-feira (15) e divulgada nesta terça-feira (19).
A negativa teve como base documentos enviados pela Advocacia-Geral da União (AGU), atestando a legalidade da prisão da parlamentar, que foi condenada no Brasil a 10 anos de reclusão por envolvimento na invasão dos sistemas eletrônicos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
A defesa da deputada sustentava que ela não teria condições de saúde para permanecer no presídio, além de argumentar que não havia ordem de prisão válida nem solicitação formal de extradição. A Corte italiana, no entanto, considerou corretos os procedimentos adotados pela polícia, que cumpriu um mandado emitido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e incluído na lista de Difusão Vermelha da Interpol.
- Jaques Wagner recorre ao STF para anular buscas e apreensões em investigação sobre Banco Master
- S. A. de Jesus e outras cidades registram apreensão de mais de uma tonelada de carnes impróprias durante operação do Procon-BA
- Número de ações sobre pré-campanhas no TSE dispara 335% e chega a 135 processos em 2026
Com a decisão, Carla Zambelli seguirá presa enquanto avançam os trâmites para a possível extradição ao Brasil.





