O presidente do partido Missão e candidato derrotado no primeiro turno das eleições presidenciais de 2026, Renan Santos, publicou um vídeo nas redes sociais nesta quarta-feira (28) em tom de ironia à carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), na qual o senador se apresenta como “presidente eleito” e “líder do Brasil”.
Na gravação, Renan também ironizou o apoio anunciado por Flávio à oposição nos Estados Unidos e classificou a atuação política do senador à distância como “oposição EAD”.
A carta de Flávio repercutiu após apresentar um brasão com a inscrição “Estados Unidos do Brazil”, com a grafia de Brasil com a letra “z”, além das declarações sobre a liderança política do país.
Renan diz não reconhecer Lula nem Flávio Bolsonaro
No vídeo, Renan aparece assinando uma carta em que afirma não reconhecer a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno, nem a autoproclamação de Flávio Bolsonaro. Em tom satírico, ele também rejeita o próprio resultado no primeiro turno, quando recebeu 1,37% dos votos, totalizando 117.518 votos.
“Pessoal, urgente, acabei de assinar uma ordem executiva, eu não reconheço o resultado do 2º turno das eleições. Tampouco reconheço o governo de Flávio Bolsonaro, direto dos Estados Unidos. Nem Lula, nem Flávio. Na verdade, eu sequer reconheço o resultado do 1º turno!”, afirmou.
Na sequência, o político se declarou presidente da República em exercício e atribuiu, ironicamente, sua derrota a uma suposta sabotagem do ministro Dias Toffoli.
Vídeo brinca com decretos contra clubes e lombadas
Durante a encenação, Renan também simulou a criação de ordens executivas para proibir o Palmeiras e o Flamengo de vencer campeonatos e impedir a atuação de coaches.
Ao ser questionado sobre uma possível proibição da cantora Anitta, o presidente do Missão descartou a ideia, dizendo que ela é sua amiga. Em seguida, anunciou, em tom de brincadeira, que seu primeiro decreto seria acabar com as lombadas nas cidades.
“Anitta não dá, Anitta é minha amiga, agora ela me segue, a gente não vai proibir a Anitta, mas lombada, vamos proibir lombada, ninguém gosta de lombada”, declarou.
A publicação utiliza humor e ironia para comentar a carta de Flávio Bolsonaro e as declarações sobre o resultado eleitoral.
#vozdabahia #RenanSantos #FlávioBolsonaro #Política #Eleições2026
O presidente do partido Missão e candidato derrotado no primeiro turno das eleições presidenciais de 2026, Renan Santos, publicou um vídeo nas redes sociais nesta quarta-feira (28) em tom de ironia à carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), na qual o senador se apresenta como “presidente eleito” e “líder do Brasil”.
Na gravação, Renan também ironizou o apoio anunciado por Flávio à oposição nos Estados Unidos e classificou a atuação política do senador à distância como “oposição EAD”.
A carta de Flávio repercutiu após apresentar um brasão com a inscrição “Estados Unidos do Brazil”, com a grafia de Brasil com a letra “z”, além das declarações sobre a liderança política do país.
Renan diz não reconhecer Lula nem Flávio Bolsonaro
No vídeo, Renan aparece assinando uma carta em que afirma não reconhecer a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno, nem a autoproclamação de Flávio Bolsonaro. Em tom satírico, ele também rejeita o próprio resultado no primeiro turno, quando recebeu 1,37% dos votos, totalizando 117.518 votos.
“Pessoal, urgente, acabei de assinar uma ordem executiva, eu não reconheço o resultado do 2º turno das eleições. Tampouco reconheço o governo de Flávio Bolsonaro, direto dos Estados Unidos. Nem Lula, nem Flávio. Na verdade, eu sequer reconheço o resultado do 1º turno!”, afirmou.
Na sequência, o político se declarou presidente da República em exercício e atribuiu, ironicamente, sua derrota a uma suposta sabotagem do ministro Dias Toffoli.
Vídeo brinca com decretos contra clubes e lombadas
Durante a encenação, Renan também simulou a criação de ordens executivas para proibir o Palmeiras e o Flamengo de vencer campeonatos e impedir a atuação de coaches.
Ao ser questionado sobre uma possível proibição da cantora Anitta, o presidente do Missão descartou a ideia, dizendo que ela é sua amiga. Em seguida, anunciou, em tom de brincadeira, que seu primeiro decreto seria acabar com as lombadas nas cidades.
“Anitta não dá, Anitta é minha amiga, agora ela me segue, a gente não vai proibir a Anitta, mas lombada, vamos proibir lombada, ninguém gosta de lombada”, declarou.
A publicação utiliza humor e ironia para comentar a carta de Flávio Bolsonaro e as declarações sobre o resultado eleitoral.
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