Uma sala comercial localizada na Avenida Faria Lima, principal corredor financeiro de São Paulo, foi usada como “bunker” para armazenar notas de dinheiro obtidas por doleiros para a Odebrecht pagar propina e caixa 2 a políticos e agentes públicos. Os valores foram obtidos com lojistas da região da 25 de Março. De acordo com o Estadão, a planilha da transportadora de valores Transnacional, usada no esquema, aponta que R$ 15,5 milhões foram coletados na sala comercial e levados até a sede da empresa, na Vila Jaguara. Para transportar as quantias, foram feitas 37 viagens entre setembro de 2014 e maio de 2015. Nos dias seguintes às retiradas de dinheiro, os valores eram entregues por policiais militares à paisana a intermediários de políticos em residências, escritórios e quartos de hotéis.
O PSB voltou a apostar na candidatura do ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, ao Palácio do Planalto em 2022.
O prefeito de Luís Eduardo Magalhães, no extremo oeste, Oziel Oliveira, vai responder por um processo referente a uma gestão passada dele na Justiça de 1° grau. A decisão, publicada nesta segunda-feira (22), é da desembargadora Ivete Caldas Silva Freitas. Conforme a magistrada, Oliveira é acusado de crime de responsabilidade – no caso de apropriação de verbas públicas, e falsidade ideológica – quando também era prefeito da cidade em 2004.
Passados quase três meses da tragédia de Brumadinho (MG), 32 barragens da mineradora Vale sediadas em Minas Gerais estão com as atividades interditadas. A suspensão das operações destas estruturas tem ocorrido tanto por decisão da Justiça, como também da Agência Nacional de Mineração (ANM), da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (Semad) ou da própria mineradora.
Reportagem da Folha revela que a maior etapa da Lava Jato em número de presos completa um ano de duração com avanços limitados na Justiça e ainda sem localizar um grupo de réus foragidos, inclusive o seu principal alvo.
Assim como o presidente da República, vice e outros agentes públicos, ministros do Supremo Tribunal Federal também podem ser alvo de um processo de impeachment. Na terça, 16, senadores afirmaram que entrarão com um pedido destes contra o atual presidente da corte, Dias Toffoli, e contra Alexandre de Moraes em função da atuação dos dois no inquérito sobre supostas fake news contra a Corte. O Estado mostrou que as recentes decisões isolaram os dois ministros.
O ex-ministro e ex-candidato a presidente Ciro Gomes (PDT) foi processado pela Conib (Confederação Israelita do Brasil). O pedetista falou em “corruptos da comunidade judaica”. A decisão foi anunciada por meio de nota divulgada neste domingo (21.abr.2019) pelo grupo.
Os eleitores que não votaram nem justificaram a ausência às urnas nas últimas três eleições têm até o próximo dia 6 de maio para regularizar a situação. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em todo o país, mais de 2,6 milhões de pessoas estão em situação irregular.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados retomará nesta terça-feira (23) a análise do parecer do relator da reforma da Previdência, Delegado Marcelo Freitas (PSL-MG). Pressionado por partidos da base governista, o parlamentar pode apresentar uma complementação ao parecer. “O que estamos procurando trabalhar é a construção de um consenso, que permita discutir um texto final que atenda aos interesses da sociedade brasileira sem que haja uma desidratação no texto proposto pelo governo. Estamos estudando ainda. São 13 relatórios em apartado que foram feitos”, disse Freitas, após a sessão de quarta-feira (17) em que estava prevista a votação do parecer.
Parlamentares e dirigentes do PT observam com preocupação o clima de confusão que paira no Supremo Tribunal Federal (STP). De acordo com informações da Coluna do Estadão, o temor é que a animosidade entre os ministros – agravada pela abertura do inquérito por Dias Toffoli para investigar fake news e o caso de censura – possa ter consequências para a análise da prisão em segunda instância. O adiamento desta decisão, que não tem data para voltar à pauta da Corte, atrapalha os planos de soltura do ex-presidente Lula.







