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A Câmara dos Deputados elegeu nesta quarta-feira (3) os parlamentares que ocuparão os dez cargos da Mesa Diretora pelos próximos dois anos. Dos sete cargos titulares, três serão ocupados por mulheres, um recorde de participação feminina na direção da Casa.
O presidente Jair Bolsonaro afirmou na noite de ontem (2) que sua vida “é um inferno”. Segundo o site Estado de Minas, a declaração foi dada após uma apoiadora pedir para tomar um café com ele.
A deputada federal Flordelis dos Santos (PSD-RJ) foi indicada para assumir uma vaga como titular na Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados. A informação foi divulgada no próprio perfil da parlamentar no site da Casa. A parlamentar é investigada pela morte do marido, o pastor Anderson do Carmo, em 2020 e tornada ré no final de agosto do mesmo ano. De acordo com reportagem da Revista Veja, ela recebeu R$ 10.140.454,00 do orçamento da União para atender os seus pleitos – todos eles descritos como voltados para o atendimento em saúde no estado do Rio.
Líder dos partidos do Centrão, que fazem parte da base do governo, o deputado Arthur Lira (PP-AL) foi eleito na noite desta segunda-feira (1º) o novo presidente da Câmara pelos próximos dois anos. O candidato de Jair Bolsonaro liquidou a disputa em 1º turno, com apoio de mais da metade dos deputados. O resultado é uma vitória política do presidente, que tem agora um aliado importante no comando da Casa Legislativa.
O deputado federal Arthur Lira (PP-AL) foi eleito nesta segunda-feira (1º) presidente da Câmara dos Deputados e ficará no comando da Casa Legislativa pelos próximos dois anos, até 2023.
O senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) foi eleito em primeiro turno nesta segunda-feira (1º), em votação secreta, presidente do Senado e do Congresso Nacional pelos próximos dois anos.
O Senado iniciou hoje (1º), às 14 horas, o pleito para definir o novo presidente da Casa. A eleição está sendo presencial, secreta e feita por cédula de papel.
O presidente Jair Bolsonaro foi alvo de mais um pedido de impeachment, dessa vez protocolado por um grupo de religiosos e organizações de esquerda na última terça-feira (26) na Câmara dos Deputados.
O vice-presidente Hamilton Mourão demitiu o chefe da Assessoria Parlamentar da Vice-Presidência da República, Ricardo Roesch Morato Filho. A exoneração foi publicada ontem (28), na portaria nº 66 no Diário Oficial da União (DOU), assinada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto. A decisão aconteceu após o portal O Antagonista divulgar conversas dele com o chefe do gabinete de um deputado federal sobre um possível processo de impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
Após o vice-presidente da República Hamilton Mourão ter citado sobre uma possível reorganização no governo e ter dito que o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, pode ser um dos nomes que deixarão o governo, o presidente Bolsonaro afirmou que quem troca ministro é ele.








