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O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (10), em primeiro turno, o texto-base da proposta de reforma da Previdência apresentada pelo governo Jair Bolsonaro.

Erro, não existe o grupo! Verifique sua sintaxe! (ID: 45)

Foto: Marcos Corrêa/PR

Em culto religioso promovido na Câmara dos Deputados, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (10) que indicará a uma das vagas do STF (Supremo Tribunal Federal) um nome “terrivelmente evangélico”. Na cerimônia promovida pela bancada evangélica, na qual recebeu bênção de Marcos Pereira (PRB-SP), ele lembrou que o estado brasileiro é laico, mas ressaltou que isso não impede que ele seja “terrivelmente cristão”.

Erro, não existe o grupo! Verifique sua sintaxe! (ID: 46)

© Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

Diante da acusação pela oposição de que o seu governo estaria usando a liberação de emendas parlamentares para obter votos em favor da aprovação da reforma da Previdência, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) publicou na noite desta terça-feira, 9, uma mensagem em sua conta no Twitter em que afirma estar “apenas cumprindo o que a lei determina”.

Foto: Rodrigo Aguiar / bahia.ba

O candidato do PDT à Presidência da República na última eleição, Ciro Gomes, voltou a criticar o PT por ter indicado o baiano Sergio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras, como coordenador da campanha de Fernando Haddad. Ciro opinou que o PT errou ao, depois do impeachment, “se associar ao presidente do Senado (à época, Renan Calheiros), que praticou o golpe, nas eleições de 2018. Como se fosse normal colocar como coordenador da campanha do (Fernando) Haddad o ex-presidente da Petrobras Sergio Gabrielli.

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O presidente Jair Bolsonaro (PSL) quer reeditar na campanha municipal de 2020 o cenário que o levou ao comando do Palácio do Planalto. Disposto a atuar como cabo eleitoral, ele tem estimulado aliados políticos a se lançarem candidatos em capitais sob o discurso de que dará apoio a nomes que defendam iniciativas de seu governo.

Foto : Divulgação

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), foi bastante enfático ao defender a atuação do ministro da Justiça e da Segurança Pública, de Sérgio Moro, quando atuou como juiz federal responsável pelos casos da Operação Lava Jato, em Curitiba. As declarações foram feitas durante entrevista à BBC News Brasil, em Londres,

© Cleia Viana / Câmara dos Deputados

O PSB fechou questão na tarde desta segunda-feira contra a aprovação da reforma da Previdência no plenário da Câmara. A decisão foi tomada pelo diretório nacional por ampla maioria, com apenas um voto contra e uma abstenção.

O general Otávio Rego Barros, porta-voz da Presidência / Foto: Ageu de Souza/Exército

O general Otávio Rego Barros, porta-voz da Presidência, foi questionado durante o briefing sobre vaias que Jair Bolsonaro recebeu ontem no Maracanã.

Foto: Destak Jornal

O herdeiro da construtora OAS, César Mata Pires Filho, passou mal durante interrogatório, nesta segunda, 8, em ação penal a respeito de supostas fraudes e propinas de R$ 67,2 milhões na construção da Torre de Pituba, sede da Petrobras em Salvador. Somente um dos três interrogatórios previstos para esta segunda, 8, foi realizado. O empreiteiro seria o segundo na lista. Após o ocorrido, os demais depoimentos foram suspensos. “Durante o interrogatório de César de Araújo Mata Pires Filho, o mesmo foi acometido de um mal súbito, que motivou o atendimento médico emergencial e o encaminhamento do mesmo ao hospital para atendimento. Diante desse fato, restou suspensa a continuidade da audiência, inclusive, pelo estado emocional de todos os presentes, que acompanharam o ocorrido.

Foto: Adriano Machado/Reuters - 24.06.2019

O presidente da República, Jair Bolsonaro, voltou a defender neste sábado (6) mudanças na proposta de reforma da Previdência que tramita na Câmara, para atender ao pleito de policiais federais e rodoviários federais. A questão tem gerado impasse na Casa, sendo que Bolsonaro vem se posicionando a favor de regras mais brandas de transição para os policiais. Ao sair do Palácio da Alvorada, Bolsonaro foi questionado por jornalistas sobre os motivos de defender os policiais na reforma. Em um primeiro momento, o presidente afirmou apenas que “a bola está com o Parlamento”.

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