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A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados deve ouvir o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, na próxima terça-feira (25), às 10h. A vinda do ministro foi proposta pelo vice-líder do PT Rogério Correia (MG). Moro é convidado e, por isso, não é obrigado a comparecer. As informações são da Agência Câmara.
O presidente Jair Bolsonaro confirmou na manhã desta sexta-feira a saída do ministro Floriano Peixoto da Secretaria-Geral da Presidência.Ele deixa o cargo para assumir o comando dos Correios. Também foi anunciado que o atual subchefe de assuntos jurídicos do governo,Jorge Antonio de Oliveira Francisco, será o substituto. No primeiro momento, ele vai acumular as duas funçoes. Floriano Peixoto é o quarto ministro do governo a deixar o cargo — e o segundo da pasta.
Advogados de defesa dos empresários Miguel Iskin e Gustavo Estellita, presos na Operação Fatura Exposta, da Lava Jato, pediram a anulação da delação premiada do ex-subsecretário de Saúde do Rio de Janeiro César Romero. As defesas alegam que uma perícia feita pela Polícia Federal no telefone do delator mostrou que ele mentiu durante o depoimento e quebrou o acordo com o Ministério Público Federal. A delação de Romero envolveu políticos e empresários nos desvios da saúde, em um processo envolve o ex-governador Sérgio Cabral. Realizada em abril de 2017, a Operação Fatura Exposta desvendou um esquema de corrupção na Secretaria Estadual de Saúde. Iskin e Estellita, sócios de uma fornecedora de materiais hospitalares para a Secretaria Estadual de Saúde, foram presos na ocasião.
No ar para todo o Brasil desde a última quarta-feira (19) na Netflix, o filme documentário “Democracia em Vertigem”, que narra uma perspectiva sobre o impeachment de Dilma Roussef em 2016, estrou em 180 países na plataforma de streaming. Alvo de muitas críticas desde antes do seu lançamento, positivas e negativas, a obra da cineasta Petra Costa conquistou, ao menos, o músico Caetano Veloso e a apresentadora Mônico Iozzi. Eles assistiram juntos e comentaram sobre o filme em vídeo gravado por Paula Lavigne e publicado nas redes sociais. “Eu chorei”, disse a ex-CQC após Lavigne perguntar o motivo do seu resto “inchado”. “O documentário da Petra, chamado ‘Democracia em Vertigem’, eu naõ estou conseguindo elaborar muito bem, mas vejam”, resumiu, aparentemente ainda emocionada.
O enfático aceno de Jair Bolsonaro (PSL) à reeleição, justamente no meio do eleitorado evangélico, fez o deputado Marco Feliciano (Podemos-SP) sonhar mais alto. Segundo a Coluna do Estadão, o pastor, um dos mais expressivos líderes do grupo religioso, está de olho na vice-Presidência em 2022. “Só de evangélicos no país são 60 milhões. Seria uma chapa dos sonhos”, disse Feliciano, segundo a publicação. De acordo com o Estadão, à medida que Hamilton Mourão se afasta, Feliciano se aproxima de Bolsonaro.
O presidente Jair Bolsonaro criticou na tarde desta quarta-feira, 20, em São Paulo, logo depois de participar da Marcha para Jesus, a decisão do Senado de derrubar o seu decreto que flexibilizava a posse e o porte de armas e perguntou se os parlamentares “votaram contra o decreto ou contra o presidente”.
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse na tarde desta quinta (20), após participar da 27ª edição da Marcha Para Jesus, em São Paulo, que abriria mão da reeleição se o Brasil passar por uma séria reforma política.
Bolsonaro salientou os problemas do país e destacou que o seu governo pode reverter a situação. “Podemos ser o ponto de inflexão mas entendemos que é possível fazer com que um dia o Brasil seja colocado no local de destaque que merece”, disse.
O ministro da Justiça Sergio Moro afirmou hoje que deixa o cargo caso se provem irregularidades suas nas mensagens trocadas com procuradores da Operação Lava Jato, no âmbito das denúncias do ‘site’ The Intercept, mas reiterou a sua inocência.
O general Carlos Alberto dos Santos Cruz criticou o governo de Jair Bolsonaro, uma semana após sua demissão da Secretaria de Governo da Presidência da República por perder tempo com “bobagens” quando deveria priorizar questões relevantes para o país.
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) enalteceu nesta quinta-feira (20) o desempenho do ministro da Justiça, Sergio Moro, em depoimento no Senado para explicar a troca de mensagens vazadas dele com o procurador Deltan Dallagnol.








