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O presidente Jair Bolsonaro disse neste domingo (2) que o governo está articulando para que o Senado aprove, nesta segunda-feira (3), a medida provisória (MP) para combater fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A proposta do pente-fino nos benefícios da Previdência Social precisa ser votada nesta segunda, ou então irá perder a validade. — Estamos mobilizando os senadores para comparecer. Se Deus quiser, vai dar certo — afirmou Bolsonaro ao entrar no Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente, após passar parte do fim de semana na Granja do Torto, propriedade oficial da Presidência com características de casa de campo. A equipe econômica espera economizar R$ 9,8 bilhões neste ano ao estabelecer regras mais rígidas para ter direito ao auxílio-reclusão, benefício pago ao dependente de presidiário; com os programas de combate a fraudes e demais medidas da MP.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse ao Estado que, em cinco meses de governo, o presidente Jair Bolsonaro sofre com a redução de expectativas positivas e defendeu a aprovação de uma agenda de reformas para o País. “Chegamos num ponto onde ou nós construímos essa agenda em conjunto ou vamos para o colapso. Vai entrar no colapso de ruptura das relações sociais. É nisso que vai chegar”, afirmou. Para o deputado, partidos hoje tratados “de forma pejorativa” por integrarem o chamado Centrão podem entrar para a história como os que “salvaram” o Brasil se ajudarem a aprovar medidas para impulsionar o crescimento.
De acordo com informações divulgadas pela coluna de Lauto Jardim, do jornal O Globo, o prefeito de Salvador e presidente nacional do Democratas, ACM Neto, acredita que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) pode sofrer impeachment ou um golpe caso não mude a sua postura com o congresso.
O diretor geral da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês), Alexandre de Juniac, enviou recentemente uma carta ao presidente Jair Bolsonaro externando sua preocupação sobre a retirada da cobrança pelo transporte de bagagem em voos no País. Em coordenação com diversas companhias aéreas estrangeiras, no papel de porta-voz do setor a Iata pede ao presidente que vete a emenda.
Após uma série de discursos em que o presidente Jair Bolsonaro foi poupado, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin encerrou a convenção nacional do partido atacando o governo e classificando o “bolsonarismo” como uma “mentira”, comparando o posicionamento de Bolsonaro ao PT. Ele manifestou solidariedade ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), por ter sido criticado pelo presidente da República.
O presidente da República, Jair Bolsonaro, disse neste sábado (1°), que a iniciativa de apresentar uma proposta de reforma política deve partir do Congresso Nacional, caso os parlamentares considerem oportuno. “Minha experiência [diz] que, geralmente, [uma proposta de] reforma política nasce dentro da Câmara dos Deputados. O presidente pode dar opiniões sobre um ou outro assunto, se a Câmara tiver clima para aprová-la. Fora isso, quem decide é o Parlamento”, disse Bolsonaro a jornalistas logo após almoçar na casa de um amigo, no Lago Sul, em Brasília.
A proposta de reforma à Previdência (PEC 6/2019) recebeu 277 sugestões de alteração ao texto na comissão especial que analisa a medida, na Câmara dos Deputados. Com prazo para apresentação de mudanças ao texto encerrado a última quinta-feira (30), as emendas serão analisadas pelo relator da comissão, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), que pode acatá-las ou não, no todo ou em parte.
A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, afirmou, em entrevista à BBC News Brasil, que gostaria que a abstinência sexual fosse um tema abordado nas escolas. Segundo ela, tratar da questão poderia evitar a infecção de jovens pelo vírus HIV e a gravidez precoce. Na ocasião, ainda reclamou de receber o apelido de “ministra maluca”.
A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, afirmou hoje (31) que nenhuma prática causou tanto dano ao povo brasileiro quanto a corrupção nos últimos anos. A declaração foi feita durante Reunião de Altas Autoridades em Direitos Humanos do Mercosul, em Buenos Aires, Argentina.
Um dia depois de questionar se “não está na hora de termos um ministro do STF evangélico”, em evento da igreja Assembleia de Deus, em Goiânia, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) citou neste sábado (1º) um “Brasil de todas as religiões” nas redes sociais.











