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Foto: Marcos Corrêa/PR

A esperança de um país melhor me faz desejar que o pacto proposto em uma reunião entre os principais líderes do Brasil funcione. A experiência prática, todavia, sinaliza o caminho contrário. O encontro entre Jair Bolsonaro, Rodrigo Maia, Davi Alcolumbre e Dias Toffoli rendeu uma promessa de que as instituições da República vão trabalhar imbuídas em cinco causas: as reformas previdenciária e tributária, a revisão do pacto federativo, a desburocratização da administração pública e o aprimoramento de uma política nacional de segurança pública.

Erro, não existe o grupo! Verifique sua sintaxe! (ID: 45)

Foto: Reprodução / Youtube

O ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT) novamente se envolveu em uma polêmica nesta terça-feira (28) em um debate com a deputada federal petista Mária do Rosário.

Erro, não existe o grupo! Verifique sua sintaxe! (ID: 46)

Vice-presidente, general Hamilton Mourão / Foto: Folhapress

O vice-presidente, general Hamilton Mourão, defendeu nesta terça-feira (28) que o Senado não altere o texto da medida provisória 870, que reestrutura o governo, sob o risco de o texto caducar caso tenha de passar por nova análise da Câmara.

Foto: COAF

O líder do PSL no Senado, Major Olímpio (SP), afirmou nesta terça-feira (28) que o partido atenderá ao pedido de ministros do governo e do presidente Jair Bolsonaro e votará pela mudança do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Justiça para o da Economia, como já havia aprovado a Câmara dos Deputados. Olímpio deu a declaração após uma audiência com Bolsonaro no início desta tarde. O senador disse que tanto o ministro da Justiça, Sergio Moro, quanto o da Economia, Paulo Guedes, pediram para que a medida provisória que reestruturou os ministérios fosse aprovada no Senado sem modificações em relação ao texto votado na Câmara. Aliados do governo tentavam manter o Coaf sob a alçada do Ministério da Justiça, como estava previsto no texto original da medida

Foto: Vagner Souza/Arquivo BNews

As discussões sobre eventual impeachment de Jair Bolsonaro começam a arrefecer. Uma das razões é que o vice-presidente, Hamilton Mourão, não inspira confiança suficiente para assumir o cargo.

Foto: Reprodução / Agência Câmara

O relator da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), afirmou nesta segunda-feira (27) que não vê sacrifício no fato de contribuintes que antes se aposentavam apenas pelo tempo de contribuição terem de respeitar uma idade mínima para obter o benefício. “Eu não acho que seja sacrifício trabalhar até os 62 anos, trabalhar até os 65 anos. Não pode ser um sacrifício. O que não pode é querer aposentadorias para virar complementação do salário”, disse durante reunião com empresários em São Paulo. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada pelo governo estabelece idade mínima de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres.

Foto: Reprodução / JovemPan

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) mais uma vez chorou, mas nesta vez foi em entrevista a Danilo Gentili, no SBT, nesta segunda-feira (27). A conversa irá ao ar na próxima quinta. Segundo o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, Bolsonaro foi às lágrimas ao relembrar a facada da qual foi vítima em setembro do ano passado, um mês antes da eleição presidencial.

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A aprovação do governo Jair Bolsonaro entre os agentes do mercado financeiro caiu entre abril e maio, segundo levantamento da XP Investimentos com 79 gestores de recursos, economistas e consultores, realizado entre os dias 22 e 24 deste mês

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Depois de exaltar os manifestantes que foram às ruas em defesa do governo, o presidente Jair Bolsonaro afirmou ter exagerado ao chamar de “idiotas úteis” os estudantes que participaram dos protestos contra o bloqueio de recursos da educação.

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, afirmou que as manifestações de hoje pelo país estão com um “número significativo” e “nada desprezível” de pessoas nas ruas. Questionado pelo blog se a Abin (Agência Brasileira de Inteligência), que está subordinada a ele, já tinha números sobre o comparecimento nos atos, Heleno disse que não e que geralmente essas estimativas são muito “mal calculadas”. Mas afirmou que viu imagens dos atos e que havia “muita gente”.

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