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Foto: Reprodução / JovemPan

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) mais uma vez chorou, mas nesta vez foi em entrevista a Danilo Gentili, no SBT, nesta segunda-feira (27). A conversa irá ao ar na próxima quinta. Segundo o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, Bolsonaro foi às lágrimas ao relembrar a facada da qual foi vítima em setembro do ano passado, um mês antes da eleição presidencial.

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A aprovação do governo Jair Bolsonaro entre os agentes do mercado financeiro caiu entre abril e maio, segundo levantamento da XP Investimentos com 79 gestores de recursos, economistas e consultores, realizado entre os dias 22 e 24 deste mês

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Depois de exaltar os manifestantes que foram às ruas em defesa do governo, o presidente Jair Bolsonaro afirmou ter exagerado ao chamar de “idiotas úteis” os estudantes que participaram dos protestos contra o bloqueio de recursos da educação.

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, afirmou que as manifestações de hoje pelo país estão com um “número significativo” e “nada desprezível” de pessoas nas ruas. Questionado pelo blog se a Abin (Agência Brasileira de Inteligência), que está subordinada a ele, já tinha números sobre o comparecimento nos atos, Heleno disse que não e que geralmente essas estimativas são muito “mal calculadas”. Mas afirmou que viu imagens dos atos e que havia “muita gente”.

Foto: Reprodução / Agência Senado

O senador Otto Alencar (PSD) declarou neste domingo (26) que as manifestações pró-reformas e a favor de Jair Bolsonaro podem ter mostrado um “sintoma de fraqueza do governo”. O parlamentar defendeu ainda que os atos em todo o país não devem exercer pressão no Congresso pela aprovação de medidas de interesse do presidente.

Foto: Reprodução / Antagonista

O ministro da Justiça e da Segurança Pública, o ex-juiz Sérgio Moro ganhou seu próprio boneco inflável em Brasília.

Foto: Reprodução / Instagram

O empresário e apresentador do “ O Aprendiz”, da Band, Roberto Justus, criticou a ex-presidente da República Dilma Rousseff mesmo depois de três anos do seu processo de impeachment. Em entrevista à colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, Justus declarou que não chamaria Dilma nem para fazer serviços domésticos em sua casa. “Quem deu o golpe foi a incompetência da Dilma Rousseff. Ela não sabe nem falar, quanto mais presidir um país. Ela é uma piada de mau gosto. Eu não contrataria a Dilma Rousseff para ser faxineira da minha casa, porque acho que ela não entenderia onde precisa limpar,

Foto: Henrique Brinco

A manifestação em defesa do presidente Jair Bolsonaro (PSL) tomou conta da Orla da Barra, na manhã deste domingo (26). O trecho entre o Farol e o Cristo ficou completamente tomado pelos eleitores do chefe do Palácio do Planalto. O trio elétrico encerrou o percurso por volta do meio-dia e, ao final do evento, os ativistas seguiram para almoçar em um luxuoso shopping localizado na região. A praça de alimentação do empreendimento foi tomada por clientes vestindo camisas com as cores verde e amarelo. Durante o ato na Orla,

Foto: Reprodução / Instagram

Enquanto grupos de direita se reuniam na manhã deste domingo (26) na praia de Copacabana para manifestar apoio a Jair Bolsonaro (PSL), o presidente compareceu a um culto na Igreja Batista Atitude, no Recreio dos Bandeirantes. Bolsonaro está no Rio desde sábado (25), quando desembarcou na cidade para ir à cerimônia de casamento do seu filho, o deputado federal Carlos Bolsonaro (PSL-SP). O presidente chegou à igreja por volta de 11h. Foi muito aplaudido por cerca de 3.800 fiéis.

Foto: Marcello Casal/Agência Brasil

Com o objetivo de corrigir a perda de direitos causados pela reforma trabalhista de 2017, o texto, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS) que garante gratuidade judiciária aos trabalhadores, foi aprovado pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), na última quinta-feira (23). De acordo com a Agência Senado, o projeto de lei (PLS 267/2017) é inteiramente baseado ao antigo artigo 844 da Consolidação das Leis do Trabalho. A proposta surgiu em decorrência da adição de dois parágrafos da reforma trabalhista.

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