Últimas Notícias sobre POLÍTICA
Até agora, a tentativa de criar um “terceiro turno” das eleições fracassou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Desde o fim da campanha de 2018, a Corte Eleitoral já arquivou cinco ações que apuravam suspeitas de irregularidades nas campanhas do agora presidente Jair Bolsonaro (PSL) e de seu adversário no segundo turno, Fernando Haddad (PT), pela Presidência da República.
Após a aprovação da reforma da Previdência em primeiro turno na Câmara, o governo promete “destravar” as indicações e acelerar a distribuição dos cargos de segundo escalão nos Estados para partidos que apoiaram o texto.
A deputada federal Tabata Amaral (PDT-SP) fez críticas aos setores que a acusam de ter traído o seu partido e o espectro da esquerda por ter votado a favor da reforma da Previdência. Em sua coluna quinzenal na Folha, neste domingo (14), a pedetista afirmou que “a extrema esquerda não admite flexibilidade de posicionamento, pois está enclausurada em suas amarras”.
A Câmara Municipal de Florianópolis aprovou na última sexta-feira (12) um projeto de lei que criava um auxílio-alimentação de R$ 1.091,89 mensais para cada um dos 23 vereadores.
Um debate ao vivo sobre os seis meses do governo Bolsonaro, realizado na TV Horizonte, terminou em bate-boca e com o abandono da atração por parte de um dos convidados, de acordo com o site O Tempo. O cientista político e professor Rudá Ricci debatia com Victor Luchese, presidente do PSL Jovem em Minas Gerais, sobre pontos diversos do governo até que em certo ponto os dois participantes começaram a debater se o presidente teria ou não apoiados atos de violência contra opositores. “Só não abro mão de contestar um ponto”, disse Luchese, “Onde e quando Bolsonaro disse que era para usar armas para suprimir o ponto contrário da democracia. Ele nunca falou de violência contra o outro lado.
‘Se buscássemos aliados, seriam importantes Lula, Eduardo Cunha e Sérgio Cabral’, diz Deltan da Lava Jato sobre diálogo que cita FHC
Em meio à polêmica dos diálogos divulgados pelo site The Intercept que apontam para a tese de que teria participado de conluio com o ex-juiz Sérgio Moro na Lava Jato, o procurador da República Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa do Ministério Público Federal na maior operação já deflagrada no país contra a corrupção, afirma que ele e seus colegas jamais agiram para não ‘melindrar’ o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Após sugerir seu filho para o posto de embaixador do Brasil em Washington e gerar polêmica, o presidente Jair Bolsonaro postou em seu Twitter neste sábado (13) um vídeo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiando o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).
Apesar do discurso crítico ao que chama de “velha política”, o presidente Jair Bolsonaro repetiu uma prática trivial de seus antecessores na relação com o Congresso e liberou um valor recorde em emendas parlamentares às vésperas da votação da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, aprovada na quarta-feira passada com 379 votos a favor. Foram 2,7 bilhões de reais empenhados em apenas dez dias, sendo 1,5 bilhão de reais em emendas individuais apresentadas por 550 deputados e ex-deputados federais.
O coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol, teria montado uma espécie de “plano de negócios” de eventos e palestras para lucrar com o reconhecimento obtido durante as investigações, de acordo com mensagens obtidas pelo The Intercept Brasil, analisadas em conjunto com a Folha, e publicadas hoje (14). Em uma conversa no fim de 2018, Deltan e um colega da Lava Jato teriam discutido a formação de uma empresa na qual eles não apareceriam formalmente como sócios, a fim de evitar questionamentos legais. Deltan fala sobre o assunto com a mulher, em um dos supostos diálogos revelados.
A reforma da Previdência, já aprovada no Plenário da Câmara em primeiro turno, vai consolidar uma expectativa de crescimento no Brasil, disse há pouco o secretário de Fazenda do Estado de São Paulo, Henrique Meirelles. O secretário conversou com jornalistas ao chegar para participar do seminário “Brasa em Casa. O Brasil no Divã”, que acontece neste sábado na capital paulista. “Eu acredito que vai sim consolidar uma expectativa de crescimento como resultado, exatamente, de equilíbrio fiscal”, disse Meirelles em resposta à reportagem do Broadcast. Meirelles lembrou que o mercado e a economia entraram o ano de 2018 crescendo, com as expectativas à época rodando em torno de 2,5% até 3%.











