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Foto: TV Globo

A possibilidade ser embaixador do Brasil nos Estados Unidos empolgou o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Após a possibilidade sinalizada na última quinta-feira (11) pelo seu pai, o presidente Jair Bolsonaro (PSL), ele sugeriu suas qualificações para assumir o cargo.

Erro, não existe o grupo! Verifique sua sintaxe! (ID: 45)

Imagem: Reprodução

Recentemente aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), da Câmara dos Deputados, a proposta de redução da maioridade penal no Brasil de 18 para 16 anos nos casos de crimes hediondos, homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte gerou controvérsias.Contudo, tem o apoio da maioria da sociedade brasileira, cerca de 77%.É o que indica recente levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas nos 26 estados do país e no Distrito Federal no período de 28 de junho a 1º de julho.

Erro, não existe o grupo! Verifique sua sintaxe! (ID: 46)

Jair Bolsonaro participa de live ao lado do filho Eduardo nos Estados Unidos Foto: Reprodução/Facebook Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira que a indicação de seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), para a embaixada em Washington não se enquadraria como nepotismo, e que não faria a indicação se fosse.

Foto : Antonio Cruz/Agência Brasil

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), avalia que uma possível indicação de Eduardo para a Embaixada dos EUA poderá ser enquadrada como nepotismo. “Não tenho a menor dúvida (de que é nepotismo). Sob a minha ótica, não pode, é péssimo. Não acredito que o presidente Bolsonaro faça isso. Será um ato falho, um tiro no pé”, disse o ministro, em entrevista ao Estado.

Plenário da Câmara durante votação de destaques da reforma da Previdência nesta quinta-feira (11) — Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

O governo federal liberou nesta quinta-feira (11), um dia após o plenário da Câmara aprovar o texto-base da reforma da Previdência e em meio à votação de sugestões de alterações da proposta (destaques), mais R$ 152,2 milhões em emendas parlamentares destinadas a ações de saúde nos municípios. Nos dois dias anteriores, R$ 1,5 bilhão já havia sido liberado através das emendas. Agora, a verba disponibilizada em três dias para a saúde nos municípios chega a R$ 1,7 bilhão. Emendas parlamentares são recursos previstos no Orçamento da União cujas aplicações são indicadas por deputados e senadores. O dinheiro tem de ser empregado em projetos e obras nos estados e municípios. Com a aprovação do orçamento impositivo, o governo passou a ser obrigado a liberar todo ano a verba prevista para as emendas.

Foto: Roberto Viana/ Ag. Haack/ bahia.ba.

Após críticas de eleitores, fãs e seguidores nas redes sociais por ter votado a favor da Proposta da Emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência, aprovada na Câmara dos Deputados, Igor Kannário (DEM) se defendeu.

© Roberto Stuckert Filho/PR

A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) afirmou que gostaria de ter feito uma reforma da Previdência em seu governo e que iniciou um planejamento nesse sentido na ocasião, mas que o processo de impeachment a impediu de conclui-lo.

© Divulgação/Governo de Transição

O ministro da Economia, Paulo Guedes, vai acelerar o lançamento de medidas após a aprovação da reforma da Previdência. A previsão é que os anúncios comecem a ser feitos a partir da semana que vem após uma reunião do titular da pasta com secretários ter discutido iniciativas a serem tomadas até 2022.

Foto: Arquivo / Agência Brasil

Médicos cubanos podem ser reincorporados ao Mais Médicos caso o governo federal concretize as alterações que pretende fazer no edital do programa. Após o rompimento do acordo de colaboração entre Brasil e Cuba, os estrangeiros tiveram de deixar o país. No entanto, de acordo com o estadão, a ideia é que eles voltem a trabalhar na atenção básica do Sistema Único de Saúde (SUS) por dois anos. Ao todo, dos 8 mil profissionais que vieram ao Brasil, 2 mil permaneceram aqui mesmo com o rompimento do acordo. Desses, 700 têm situação regularizada por terem se casado com brasileiros(as).

Foto : Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) reclamou hoje (11) da autonomia das universidades federais, declarando que evita nomear reitores que tenham relações com partidos de esquerda. Em café da manhã com a bancada evangélica, ele disse que coisas “Coisas absurdas têm acontecido dado a autonomia das universidades. Ali virou terra deles, eles que mandam”. Bolsonaro também disse que, em algumas listas tríplices, há nomes do PT, PCdoB e PSOL, e que “não tem como fugir”.

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