Em alguns municípios, o eleitor encontrará, nas urnas, chapas de siglas adversárias nacionalmente
Foto: Fabiane de Paula
Em 2018, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) se elegeu num contexto em que o antipetismo estava aflorado no país. Por conta disto, PSL – seu antigo partido – e PT se colocaram em polos diametralmente opostos, construindo uma das mais acirradas disputas ideológicas dos últimos anos. No entanto, na Bahia, as duas siglas fizeram coligações em duas cidades: Santo Antônio de Jesus, no recôncavo, e Cocos, na Bacia do Rio Corrente. Mas não para por aí. Um levantamento feito pelo Bahia Notícias mostra que legendas tradicionalmente rivais se apoiam em diversos municípios baianos.