No dia 16 de julho, a APLB-Sindicato reuniu a categoria em reunião ampliada e deliberou sobre o não retorno às aulas presenciais nesta segunda-feira (26), conforme determinado pelo governador do estado. Na votação 95.6% dos trabalhadores em Educação decidiram pelo retorno apenas após a imunização completa da categoria. A pesquisa realizada pela entidade ouviu, até esta sexta, quase 17 mil profissionais em Educação.
Na ocasião, a categoria repudiou as ameaças sobre cortes de salários e suspensão de benefícios de estudantes. O coordenador-geral da APLB, Rui Oliveira criticou a falta de diálogo. “A APLB precisa ser respeitada. Ninguém foi ouvido. É inadmissível o corte de salários. Absurda a suspensão de benefícios de alunos que estão frequentando as aulas remotas. Uma clara tentativa de desqualificar todo este trabalho remoto que está sendo feito tanto nas redes estadual, como municipais, além das universidades públicas estaduais e federais. Será que todos estes profissionais em Educação não estão trabalhando?”, enfatizou Rui Oliveira.
Segundo a professora e diretora da Associação dos Professores Licenciados do Brasil — Secção da Bahia (APLB), Jucilane Barreto, os professores não retornaram as salas de aulas nesta segunda-feira em Santo Antônio de Jesus. ” Peço que os alunos fiquem em casa e não retornem para as salas de aulas. O ensino continuam de forma remota até a imunização da categoria”, avisou Jucilane.
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