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Após o presidente Jair Bolsonaro (PL) convocar a imprensa, na noite desta quarta-feira (26), para dizer que sua candidatura foi prejudicada por rádios que supostamente omitiram transmissões de inserções de suas propagandas eleitorais, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que o candidato a reeleição está “desesperado”.

Sergio Moro (União Brasil) vai apoiar o presidente Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno

O senador eleitor pelo Estado do Paraná Sergio Moro (União) concedeu uma entrevista ao vivo para o Jornal da Manhã, da Jovem Pan News, nesta quarta-feira, 26, para falar sobre seu apoio à reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL), contra a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e a sua chegada ao Congresso Nacional após ter sido ministro da Justiça e Segurança Pública, além de juiz da operação Lava Jato. Ele destacou sua independência diante dos dois candidatos à Presidência, mas ressaltou ver a necessidade de escolher um lado no segundo turno eleitoral, já que a polarização entre eles se confirmou. Para o ex-juiz, Lula poder disputar a eleição presidencial é um “símbolo máximo” da impunidade no Brasil, já que ele foi condenado pela justiça do Paraná – apesar de depois as condenações terem sido anuladas pela Suprema Corte brasileira. “O Lula foi condenada na operação Lava Jato em três instâncias e, depois, foi beneficiado por uma decisão da segunda turma do Supremo, a meu ver um claro erro judiciário (…) O símbolo máximo da impunidade é essa situação que nós estamos vendo hoje. Por isso que eu me posicionei nesta eleição muito claramente. Eu tenho as minhas divergências com o presidente Jair Bolsonaro. Agora, na minha opinião, é inaceitável a volta do Lula – é claro, ele tem que ser derrotado pelos meios democráticos – porque, no fundo, é uma mensagem ao país de que o crime compensa“, disse.

Pesquisas indicam vantagem de Lula nos votos válidos; na imagem, ilustração do petista (à esq.) e do presidente Jair Bolsonaro (à dir.) em frente a calendário do período eleitoral

A 4 dias do 2º turno, a vantagem de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre Jair Bolsonaro (PL) varia de 0,4 p.p., na Paraná Pesquisas, a 8 p.p., na Ipec (ex-Ibope). A diferença é referente aos votos válidos. A votação será realizada no domingo (30.out.2022).

Foto: Reprodução, CNN

Faltando cinco dias para o segundo turno, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reafirmou o compromisso de não tentar a reeleição, caso vença o pleito contra o presidente Jair Bolsonaro (PL).

Fotos: reprodução youtube Lula/ Alan Santos presidência da República

O novo levantamento divulgado pelo Paraná Pesquisas nesta terça-feira (25) mostra melhora no índice da intenção de voto em Jair Bolsonaro (PL). No cenário de votos válidos, o atual chefe do Executivo nacional tem 49,8% contra 50,2% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Divulgação

O ex-presidente Lula (PT) segue à frente de Jair Bolsonaro (PL), segundo levantamento divulgado pelo Ipec, antigo Ibope, nesta segunda-feira (24). Veja números:

Neste sábado, 22, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisa, no plenário virtual, a suspensão do direito de resposta concedido ao candidato à presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nas propagandas eleitorais de Jair Bolsonaro (PL). Nesta sexta-feira, 21, a ministra Maria Cláudia Bucchianeri aceitou um pedido da defesa do presidente Jair Bolsonaro (PL), contra uma decisão anterior do próprio TSE, e suspendeu os direitos de resposta concedidos à campanha de Lula.

Foto: Gil Leonardi/Imprensa MG

Paulo Brant (PSDB), atual vice-governador de Minas Gerais, anunciou apoio à candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta terça-feira (11). A manifestação contrapõe a do governador Romeu Zema (Novo), que está alinhado com o presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição.

Foto: Reprodução / Band

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atendeu a um pedido feito pela defesa do ex-presidente e candidato pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Luiz Inácio Lula da Silva, e concedeu direito de resposta a uma publicação que ligava o presidenciável a facção criminosa PCC, divulgada pelo também candidato à reeleição e presidente Jair Bolsonaro (PL), em seu perfil no Twitter.

A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) solicitou ao seu gabinete um reforço de segurança | Foto: Paulo Sérgio/Câmara dos Deputados

A deputada federal Carla Zambelli (PL), reeleita nas eleições de 2022, deu entrevista ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan News, nesta quinta-feira, 13, para falar sobre o 2º turno, a nova composição do Congresso Nacional e quais novos projetos devem ser colocados em pauta. A parlamentar fez uma defesa assídua da CPI das Pesquisas, que pretende investigar os institutos de pesquisas pelos erros no pleito eleitoral deste ano e também falou sobre projetos de regulamentação destas empresas: “A gente tem a prioridade do projeto sobre as pesquisas. Realmente muitos candidatos reeleitos e eleitos tem essa preocupação. Ontem, por exemplo, o PSDB entrou nessa briga. A gente tem também a CPI que foi protocolada no Senado pelo Marcos do Val. Tem uma outra CPI sendo protocolada na Câmara. Então essa CPI deve acontecer, porque foi muito discrepante. Foram discrepantes os dados das pesquisas versus o que aconteceu na realidade. A gente precisa verificar isso. Eu tenho um projeto desde 2020 de aumentar a pena para as empresas que cometerem esse tipo de discrepância absoluta e também a não divulgação de pesquisas nos últimos 15 dias da eleição”.

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