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A menos de um mês do primeiro turno das eleições 2022, o cenário político já se consolida em algumas regiões do país, com ampla vantagem de partidos e candidatos Brasil afora. Segundo as últimas pesquisas eleitorais, como a série do Instituto Ipec, divulgada ao longo do mês de agosto, por exemplo, ao menos 12 Estados podem eleger seus novos governadores ainda no primeiro turno, reforçando a estabilidade em parte das disputas estaduais. Neste cenário, um levantamento feito pelo site da Jovem Pan com base nos dados aponta que, se a eleição fosse hoje, os governos locais seriam comandados por 12 partidos, com destaque para o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e o União Brasil, que, somados, podem conquistar 10 Estados, sendo os principais líderes dos levantamentos eleitorais. Para essa análise, a reportagem considerou dois cenários: primeiro, levando em conta apenas os primeiros colocados, enquanto o segundo contempla candidatos com candidaturas competitivas, ainda que em segundo ou terceiro lugar.
O União Brasil oficializou em convenção na manhã desta sexta-feira (5) o nome de ACM Neto para disputar o Governo da Bahia nas eleições de outubro deste ano. O ex-prefeito de Salvador por oito anos terá ao seu lado como candidata a vice-governadora Ana Coelho, empresária filiada ao Republicanos. O deputado federal Cacá Leão, do Progressistas (PP), também foi oficializado como candidato ao Senado pela chapa e a empresária Ana Coelho (Republicanos) como vice.
A tentativa do presidente nacional do União Brasil, Luciano Bivar, de seu partido apoiar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na eleição deste ano fracassou.
União Brasil pediu ao PT retirada da candidatura de Jerônimo e apoio a ACM Neto, diz site
O PT travou as negociações com o União Brasil, que pediu a retirada da candidatura de Jerônimo Rodrigues ao governo da Bahia e a declaração de apoio a ACM Neto, em troca de Luciano Bivar (União Brasil) desistir da disputa pela Presidência da República. A informação é do colunista Guilherme Amado, do site “Metrópoles”.
O União Brasil pode frear, nos próximos dias, a pré-candidatura do líder nacional do partido Luciano Bivar à presidência da República. O deputado federal esteve em contato com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que fez acenos para atraí-lo ao seu palanque.
O candidato a governador da Bahia, ex-ministro da Cidadania e deputado federal, João Roma (PL), disse que o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato do União Brasil ao governo, ACM Neto, “deixou de ser prefeito, mas a prefeitura não saiu dele” e que, por conta disso, o atual prefeito da capital, Bruno Reis, tem sido submisso à figura do ex-gestor.
O diretório do União Brasil na Bahia acionou a Justiça Eleitoral pedindo a suspensão da pesquisa A Tarde/AtlasIntel. A sondagem revelou neste domingo (17) a redução na distância entre os dois primeiros colocados, ACM Neto (UB) e Jerônimo Rodrigues (DEM), na sucessão estadual para 7 pontos percentuais.
O partido União Brasil, fruto da fusão entre PSL e DEM, tem o maior número de pré-candidatos aos governos na liderança em pesquisas de intenção de voto. Segundo dados das últimas sondagens registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nomes do União venceriam em quatro estados.
O prefeito de Santaluz, cidade localizada na região sisaleira, Arismário Barbosa Júnior (Avante), anunciou nesta segunda-feira (16) apoio à pré-candidatura de ACM Neto (União Brasil) ao governo da Bahia. “Nosso grupo político se reuniu e decidiu participar desta caminhada do ex-prefeito ACM Neto. Pelo que realizou em Salvador durante oito anos e pela experiência na Câmara Federal, não há nenhuma dúvida que ACM Neto é o único nome capaz de fazer a Bahia reconquistar o protagonismo no Nordeste e no Brasil, que foi perdido nos últimos anos”, afirmou o prefeito.
Apesar da federação, membros do Partido Verde da Bahia cogitam não apoiar PT mesmo sem brechas legais
A ideia de não apoiar o Partido dos Trabalhadores é levantada por uma corrente dentro do diretório do Partido Verde na Bahia. Mesmo sem brechas legais, membros que já previam dividir palanque com o pré-candidato do União Brasil, ACM Neto, discutem a liberação da executiva nacional para que sigam na direção contrária da federação formalizada com a sigla do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.



