Últimas Notícias sobre Eleições
Uma pesquisa da Ipec divulgada nesta segunda-feira (15) mostra o ex-presidente Lula (PT) com 44% das intenções de voto e o presidente Jair Bolsonaro (PL) com 32% na eleição para a Presidência da República em 2022. O levantamento foi encomendado pela TV Globo.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu 12 pedidos de registro de candidatura para a disputa da Presidência da República nas eleições de outubro. O prazo para registro eletrônico terminou às 8h. A entrega de registros por meio físico no TSE termina às 19h.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) fará o lançamento da sua campanha pela reeleição no mesmo lugar em que levou uma facada durante o pleito de 2018, em Juiz de Fora, Minas Gerais.
O plano de governo que a candidata à presidente Simone Tebet (MDB) entregará nesta segunda-feira (15) ao Tribunal Superior Eleitoral prevê a criação de um “FGTS” para o trabalhador informal. No documento, ela também defenderá a recriação do Ministério do Planejamento e Orçamento. Atualmente, estas duas áreas são integradas ao Ministério da Economia.
Diferente de 2018, quando cresceu o número de candidatos que ostentavam patente militar na tentativa de alavancar seus nomes na disputa eleitoral, este ano dois nomes proeminentes das Forças Armadas decidiram omitir a designação hierárquica.
Após as convenções partidárias, 170 candidaturas LGBTQIA+ foram oficializadas pelas siglas, número maior que o de 2018, quando foram 157. O levantamento é da organização VoteLGBT, que busca aumentar a representatividade dessa parcela da população.
Marco Aurélio Mello, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que, em caso de segundo turno entre Jair Bolsonaro (PL) e Lula (PT), irá votar no atual presidente por considerar que o trabalho atual colherá “dias melhores”.
Faltam 50 dias para as Eleições 2022, e a Justiça Eleitoral já começou a reforçar para o eleitor, principalmente para os que votam pela primeira vez, os procedimentos e também o que o eleitor pode ou não fazer no dia da votação.
Três candidaturas à presidência da República deixaram explícito em seu plano de governo que pretendem legalizar o aborto no Brasil.
Alguns candidatos vêm adotando o sobrenome do presidente Jair Bolsonaro (PL) como forma de proximidade. Ao invés de usarem o nome de batismo, os políticos vão apresentar ao eleitor nas urnas o apelido que ganharam nos últimos anos, normalmente, apoiarem o chefe do executivo. As informações são da CNN.











