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Em meio a uma crise com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o líder do governo na Casa, major Vitor Hugo (PSL-GO), afirmou a deputados de seu partido neste domingo (24) que o presidente Jair Bolsonaro está convicto de suas atitudes. Em mensagens de Whatsapp para a bancada do PSL, ele indicou que Bolsonaro não negociará e fez criticas à velha política, acirrando a tensão entre poderes. As postagens no grupo da sigla ocorreram logo depois de um encontro dele com o presidente, no Palácio da Alvorada.
O ex-presidente Michel Temer decidiu abrir mão do banho de sol a que tem direito em seus dois primeiros dias de prisão. O emedebista está na sede da Superintendência da Polícia Federal no Rio, por decisão do juiz federal Marcelo Bretas, que defendeu tratamento semelhante ao dado ao ex-presidente Lula, preso desde abril de 2018.
Temer foi um dos dez alvos da operação Descontaminação, deflagrada na última quinta-feira (21).
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), convocou sua “tropa” para comparecer urgentemente em Brasília, neste domingo (24). As informações são do site Bahia Notícias.
A intenção de uma reunião urgente é para ignorar a proposta da reforma da Previdência enviada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), e reapresentar o texto feito pelo deputado federal baiano, Arthur Maia (DEM), antigo relator da reforma na Câmara.
Neste fim de semana, Bolsonaro, em viagem oficial ao Chile, trocou uma série de farpas com Maia sobre a articulação política da reforma da Previdência.
O desembargador do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, Antonio Ivan Athié, determinou a inclusão do pedido liminar de liberdade do ex-presidente Michel Temer (MDB) na pauta da quarta-feira, 27. Também pediu ao juiz federal Marcelo Bretas que se manifeste em 24 horas sobre o requerimento da defesa. Ele é relator do habeas corpus dos advogados do emedebista, Eduardo Carnelós e Roberto Soares Garcia, que contestam o decreto de prisão do magistrado da 7ª Vara Federal do Rio, responsável pela Operação Lava Jato.
A Polícia Federal decidiu na semana passada limitar o acesso dos advogados ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na prisão em Curitiba, de acordo com a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo. Informou que a defesa só teria uma hora diária com petista, dividida em dois turnos de 30 minutos. Antes eram seis horas por dia.
As deputadas Fabíola Mansur (PSB), Fátima Nunes (PT), Jusmari Oliveira (PSD), Kátia Oliveira (MDB), Maria del Carmen (PT), Mirela Macedo (PSD) e Neusa Lula Cadore (PT) protocolaram na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) um projeto de resolução que pretende criar uma bancada feminina com caráter suprapartidário na Casa.
As bancadas são blocos temáticos de deputados que podem unificar os parlamentares por tema de interesse ou partido. De acordo com o projeto apresentando, a bancada feminina trabalharia para propor, avaliar e consolidar as políticas públicas para as mulheres, tais como saúde, educação e direitos humanos, estabelecendo o diálogo com os órgãos dos demais poderes.
Acuado por acusações de corrupção e destituído pelo fim do governo Michel Temer (MDB), o núcleo de políticos próximos ao ex-presidente viu o cerco se fechar com a operação desta quinta-feira (21).
Temer e seu ex-ministro Moreira Franco, que tiveram a prisão preventiva decretada pelo juiz federal Marcelo Bretas, do Rio de Janeiro, eram exceção num grupo que chegou a comandar o Planalto e a Câmara ao mesmo tempo e acabou atrás das grades.
O chamado “quadrilhão” do MDB estava na mira da Procuradoria-Geral da República há mais de um ano. Agora sem prerrogativa de foro, o ex-presidente voltou a ser apontado como líder de organização criminosa na decisão que determinou sua prisão por tempo indeterminado.
O atrito entre Jair Bolsonaro (PSL) e o Congresso estremeceu a relação até de quem apoiava incondicionalmente o governo do capitão reformado. Na queda de braço com Rodrigo Maia (DEM), o presidente da República não conseguiu mostrar capacidade de diálogo.
Segundo a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, Bolsonaro chegou a ser chamado de “Dilma de calças” pela falta habilidade em conversar e conseguir converter uma situação em prol do seu planejamento.
Em declarações ao Jornal Nacional, levadas ao ar agora há pouco, Rodrigo Maia (DEM) voltou a dizer que está empenhado em aprovar a reforma da Previdência.
Ex-ministro da cultura comenta prisão de Temer e relembra caso Geddel: “Uma quadrilha”
Ele ainda lembrou a polêmica envolvendo o ex-ministro Geddel Vieira Lima. Segundo Calero, em 2016 Geddel teria o pressionado para liberar a construção do edifício La Vue, na Ladeira da Barra, em Salvador. Na época, ele pediu demissão do cargo de ministro da Cultura. “Eu lembro de cada palavra que o Temer me falou quando eu estava saindo da sala dele, e ele tentando me convencer a favorecer o Geddel Vieira Lima no caso lá do empreendimento de Salvador. Naquele momento, quando ele me dizia que a política tem dessas coisas, eu tive duas certezas.








