Últimas Notícias sobre POLÍTICA
A expectativa da população em relação à redução da corrupção no país sofreu queda expressiva nos primeiros meses do governo Jair Bolsonaro (PSL), de acordo com pesquisa do Datafolha.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta segunda-feira, 8, que vai trabalhar pela aprovação da reforma da Previdência, mas não vai ser articulador político para não ficar “levando pancada”. “Não vou ser mulher de malandro, de ficar apanhando e achando bom”, afirmou. “O presidente da Câmara coordena 512 deputados, todos iguais. Eu recebo na residência da Câmara 50, 60 deputados. É diferente ser presidente da Câmara e presidente da República no sistema presidencialista. Só não vou ficar no meio dessa briga levando pancada da base do presidente”, afirmou Maia em evento promovido pelos jornais O Globo e Valor Econômico.
No mesmo dia em que anunciou a demissão do filósofo Ricardo Vélez Rodríguez do Ministério da Educação, o presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira, 8, que outros ministros também podem perder seus cargos, em caso “de problemas”. “Os outros ministérios, se apresentarem problemas, a gente toma a decisão. É triste, é difícil mandar alguém embora. A responsabilidade é minha”, disse ele, em entrevista à Rádio Jovem Pan.
O prefeito de Itatim, no Piemonte do Paraguaçu, Gilmar Pereira Nogueira, é acusado de fechar todas as creches do município antes do fim do ano letivo de 2017. O gestor foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) em Feira de Santana (BA) por improbidade administrativa [crime contra a administração pública]. Segundo o MPF-BA, Nogueira fechou de forma antecipada todas as três creches municipais em 2017, fato que interrompeu integralmente a prestação do serviço de educação infantil, considerado essencial pela Constituição. Segundo a ação, o prefeito justificou o fechamento das creches por falta de recursos para manter as unidades (Mãe Ester, Sagrada Família e Senhor do Bonfim).
O colombiano Ricardo Vélez Rodriguez foi exonerado nesta segunda-feira, 8, do cargo de ministro da Educação. A decisão foi anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) pela sua conta oficial no Twitter. O presidente também anunciou seu substituto: o economista Abraham Weintraub. Na última sexta-feira, 5, Bolsonaro já havia sinalizado que poderia demiti-lo. A saída de Vélez é a segunda baixa no ministério em pouco mais de três meses de governo. Em fevereiro, Gustavo Bebianno (Secretaria-Geral da Presidência) foi demitido após entrar em rota de colisão com o vereador carioca Carlos Bolsonaro, filho do presidente. Neste mesmo período, o MEC já registrou nada menos que dezessete baixas em cargos de alto escalão.
Leilane Neubarth e Mônica Waldvogel foram suspensas da GloboNews após usarem as redes sociais para detonar Jair Bolsonaro. As jornalistas ficaram fora do ar por 5 dias depois de criticarem a publicação do presidente em que aparece uma cena obscena durante o Carnaval.
A Comissão Especial do Senado destinada a acompanhar a tramitação, na Câmara dos Deputados, da proposta de reforma da Previdência (PEC 6/2019) começará a funcionar na próxima quarta-feira (10).
O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou neste domingo (7) que, se estivesse no lugar de Jair Bolsonaro, teria escolhido outras pessoas para trabalhar com ele no comando do governo. Durante encerramento da Brazil Conference, nos EUA, o vice fez um balanço dos cem primeiros dias do governo Bolsonaro –completos na quarta-feira (10)– e foi questionado sobre o que faria diferente caso fosse o presidente.
Começou nesta sexta-feira (5) o 1º Encontro Nacional de Evangélicos e Evangélicas do Partido dos Trabalhadores, evento voltado para discutir a participação desse grupo de religiosos na política e na sociedade brasileira.
Entre os ministros do governo Bolsonaro, o da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, é o mais popular e também o melhor avaliado de acordo com uma pesquisa do Instituto Datafolha.











