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O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), fez acenos ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, e afirmou que existe uma possibilidade de o projeto de lei relacionado a combate ao crime organizado e aos crimes violentos ser votado ainda no primeiro semestre. Internamente, porém, o indicativo na Câmara é que a base será o projeto proposto pela comissão de juristas encabeçada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Maia participou na manhã desta terça-feira, 26, de uma parte da primeira reunião do grupo de trabalho que formou para discutir as propostas de Moro e de Moraes.
Mesmo após declarações do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, indicando que a Casa não priorizará o pacote de leis anticrime apresentado pelo governo, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, destacou a “liderança” do deputado e disse que “depois da tempestade, vem a bonança”. “Nós temos um bom relacionamento. Houve algumas declarações ásperas, mas isso é absolutamente superável. Isso é normal. Como se diz: depois da tempestade, sempre vem a bonança. E há plenas condições de dialogar e construir junto uma agenda sob liderança do presidente Rodrigo Maia”, disse Sérgio Moro, após discursar em um evento no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Após bate-boca público com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e declarações contraditórias sobre a reforma da Previdência, o presidente Jair Bolsonaro se comprometeu a se empenhar para a votação da proposta no Congresso. Segundo auxiliares, Bolsonaro pediu a ministros que busquem “pacificação” com a Câmara.
Em meio aos últimos impasses envolvendo o Planserv, como a paralisação de anestesistas e médicos, o deputado estadual Alan Sanches (DEM), realiza nesta terça-feira (26), audiência pública para debater a real situação do plano que atende a 500 mil servidores estaduais. O encontro está marcado para às 9h45, na sala da Comissão de Saúde e Saneamento da Assembleia.
Conforme o deputado, que é vice-presidente do colegiado, antecipa, o Governo do Estado precisa esclarecer, de fato, como está a saúde do plano que atende aos seus servidores.
O ex-deputado Jean Wyllys, auto exilado na Alemanha, diz que “jamais poderia ser mandante” do crime contra o agora presidente Jair Bolsonaro que em setembro de 2018 foi atacado por um ex-filiado ao PSOL. Em sua resposta à revista Época, Wyllys diz que não é assassino e alfineta o presidente dizendo que ele está ligado à milícia. “Eu jamais poderia ser mandante de um crime, pois não sou assassino, criminoso, nem ligado à milícia. Quem é ligado à milícia é o presidente da República, não eu. Se alguém poderia encomendar uma morte era ele, não eu”, disse.
A defesa de Michel Temer disse nesta segunda-feira, 25, que “a decisão do desembargador federal Antonio Ivan Athié, que concedeu liminar para determinar a imediata liberação do ex-presidente, merece o reconhecimento de todos os que respeitam o ordenamento jurídico e as garantias individuais inscritas na Constituição da República”. Em nota, o criminalista Eduardo Carnelós, que faz a defesa de Temer, não cita nomes, mas condena “a ação isolada de alguns membros do Poder Judiciário brasileiro, os quais, infelizmente, usam a toga para agirem como justiceiros”. Segundo Carnelós, esses magistrados “a pretexto de combaterem a corrupção, violam as mais comezinhas noções de Direito e vilipendiam a honra de pessoas honestas para privá-las de suas liberdades”.
O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) determinou a soltura do ex-presidente Michel Temer e do ex-ministro Moreira Franco, que haviam sido presos na semana passada. Eles estavam presos preventivamente após decisão do juiz federal Marcelo Bretas, após desdobramento da Operação Lava Jato. A decisão é do desembargador do Antonio Ivan Athié. Relator do caso, o desembargador havia pedido que o pedido de liberdade fosse incluído na pauta de julgamento do tribunal para a quarta (27), para que a decisão sobre o habeas corpus fosse colegiada.
O governo do Estado entregou nesta segunda-feira (25) máquinas, equipamentos e veículos para um total de 368 municípios baianos. Segundo o governador Rui Costa, a iniciativa visa fortalecer a agricultura familiar no estado. A entrega ocorreu durante evento no Parque de Exposições, em Salvador. Prefeituras e entidades do ramo estiveram no encontro para receber os itens. O ato representa um custo de R$ 47 milhões. “Hoje, diversos municípios baianos estão recebendo máquinas que vão ajudar a melhorar a vida das pessoas, auxiliar nas obras urbanas e garantir novas tecnologias para a infraestrutura hídrica na zona rural. Com os equipamentos, as associações e cooperativas poderão aumentar a produção, melhorando a renda das famílias na área rural e fortalecendo o comércio das pequenas e médias cidades da Bahia”, disse o governador.
A política voltou a ser pauta na edição deste domingo, 24, do programa de Fausto Silva, na TV Globo. Durante entrevista, o ator Tony Ramos deu a opinião dele sobre o atual momento histórico do Brasil. “Sempre achei que não havia nada melhor que a democracia. Não inventem outra coisa. A democracia pode ser difícil, mas sem ela é pior. A democracia é tudo o que nós precisamos. É tão bonita a democracia, ser livre para pensar, ir e vir”, disse. O apresentador do Domingão do Faustão entrou no clima e disse: “Os Poderes constituídos têm que dar uma lição de honradez, inteligência. Se não tem competência, que peça demissão. Os Poderes Judiciário, Legislativo têm que ter equilíbrio. Não estou falando especificamente de uma pessoa”, enfatizou Faustão.
“Se dependesse de Olavo de Carvalho nem para vereador Bolsonaro conseguiria vencer”, provoca Malafaia
Nos últimos dias, o filósofo Olavo de Carvalho e o pastor Silas Malafaia vem trocando acusações nas redes sociais, em uma aparente disputa para mostrar quem é mais influente no cenário político atual. O embate teve início quando o líder evangélico criticou, dia 18, a declaração do deputado federal Eduardo Bolsonaro atribuindo a Olavo a vitória do pai na eleição. Silas lembrou que voto dos evangélicos foi o verdadeira responsável pela eleição do presidente. “Deixe de bajular guru”, pediu Malafaia ao deputado.








