Últimas Notícias sobre POLÍTICA
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), criticou abertamente o líder do governo na Casa, Major Vitor Hugo (PSL-GO) no final de uma reunião do colégio de líderes de partidos nesta terça-feira, 21. Líderes ouvidos pelo Estadão/Broadcast afirmaram que o movimento torna o dialogo “impossível” e que a situação é “incontornável”, interpretando que houve um rompimento institucional entre os dois. A crítica foi feita por causa de uma mensagem encaminhada por Vitor Hugo em grupos de WhatsApp, em que associa a negociação do governo com o Congresso com sacos de dinheiro.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL), 34, resolveu comentar em suas redes sociais sobre a repercussão em torno de sua participação no programa da RedeTV! Mega Senha. Na atração, que foi ao ar na noite de sábado (18), ele associou a palavra “livre” a Lula em uma prova que testava o poder de adivinhação dos participantes.”O fato de a participante [que ele ajudava na brincadeira] desconhecer a expressão #LulaLivre demonstra que a campanha não chegou aos ouvidos da audiência popular do programa.
A Juventude do PT Nacional publicou uma nota nas redes sociais em que critica o governador Rui Costa (PT) após as declarações a favor da cobrança de mensalidades em universidades públicas a estudantes que já tenham custeado educação privada.
Governadores de 13 estados preparam carta contra o decreto de Jair Bolsonaro (PSL) que ampliou o porte de armas no país, informa a coluna Painel, da Folha.
O presidente Jair Bolsonaro considera participar, no próximo domingo (26), de manifestações convocadas no país inteiro em apoio ao seu mandato.
A demissão de Tia Eron (PRB) do ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos teria sido motivada por indicados da ex-deputada baiana na pasta que vinham atacando o presidente Jair Bolsonaro nas redes sociais.
O governador Rui Costa (PT), em almoço com a imprensa nesta segunda-feira (20), disse não concordar com o atual texto da Reforma da Previdência. “O que o governo federal está fazendo é aumentar o rombo a médio e longo prazo. É incoerente uma reforma para aumentar o déficit”, reprovou. Para o petista, apenas os bancos irão se beneficiar com a mudança.
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) declarou hoje (20) que, caso a reforma da Previdência não seja aprovada, o governo não terá dinheiro para pagar salários a partir de 2024. “Precisamos da reforma da Previdência. Ela é salgada para alguns, mas estamos atacando privilégios”, disse. Ele também afirmou que, sem a reforma, o país terá dificuldade de avançar, apesar dos ministérios estarem bem equipados com ministros capazes.
O governador Rui Costa (PT) prometeu que não vai apoiar o impeachment do presidente Jair Bolsonaro (PSL), medida que chegou a ser ventilada por integrantes do Congresso Nacional por conta da crise no governo. Questionado sobre a possibilidade hoje (20) em um almoço com jornalistas na governadoria, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), o petista disse que não é necessário utilizar a mesma medida realizada no impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), em 2016. “Não sou eu que vou puxar a fila do impeachment. Não é dando troco que vamos construir democracia. Assim como Dilma foi eleita democraticamente”, disse Rui.
O Ministério Público do Rio de Janeiro cometeu falhas na quebra de sigilo autorizada pela Justiça na investigação sobre Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), de acordo com reportagem da Folha publicada hoje (20). Foram atingidas pessoas que não haviam sido nomeadas pelo senador e não tiveram nenhuma transação financeira com o ex-assessor dele, Fabrício Queiroz. A peça do MP ainda atribui equivocadamente ao gabinete de Flávio uma servidora da Assembleia que acumulou outro emprego. O documento também apresenta falhas ao relatar suspeitas contra Queiroz, pivô da atual investigação.
O Ministério Público do Rio de Janeiro cometeu falhas na quebra de sigilo autorizada pela Justiça na investigação sobre Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), de acordo com reportagem da Folha publicada hoje (20). Foram atingidas pessoas que não haviam sido nomeadas pelo senador e não tiveram nenhuma transação financeira com o ex-assessor dele, Fabrício Queiroz. A peça do MP ainda atribui equivocadamente ao gabinete de Flávio uma servidora da Assembleia que acumulou outro emprego. O documento também apresenta falhas ao relatar suspeitas contra Queiroz, pivô da atual investigação.











