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O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pretende revogar, logo na primeira semana de mandato, em janeiro de 2023, portarias e decretos publicados durante a gestão de Jair Bolsonaro (PL) que facilitaram o acesso a armas de fogo e dificultaram o combate a crimes ambientais.

Luiz Inácio também voltou a mencionar suas principais propostas de governo, como o compromisso principal de acabar com a fome / Foto: Reuters/Carla Carniel

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), vencedor da eleição presidencial neste domingo, 30, falou em coletiva de imprensa após o fim da apuração das urnas eletrônicas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que confirmam sua vitória para terceiro mandato à Presidência da República. 

Lula vota em SBC e diz que eleição definirá 'modelo de Brasil' Foto: EPA / Ansa - Brasil

O candidato do PT à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva, venceu as eleições presidenciais de segundo turno neste domingo, 30, e será o novo presidente do Brasil a partir do ano que vem. A vitória assegura ao petista, que já esteve no poder entre 2002 e 2010, o seu terceiro mandato no Palácio do Planalto.

"Por um Brasil mais afetivo e eficiente", escreveu Huck - Foto: Reprodução | Instagram

O apresentador Luciano Huck se posicionou politicamente nesta sexta-feira, 28, ao postar uma foto com a senadora Simone Tebet, que anunciou apoio à candidatura de Lula no segundo turno após ficar em 3º lugar no 1º turno.

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O Partido Novo determinou nesta quinta-feira, 27, a imediata suspensão da filiação de João Amoêdo. A decisão ocorre após Amoêdo, que foi candidato à presidência pelo partido em 2018, declarar voto em Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições 2022.

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Faltando cinco dias para o segundo turno, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reafirmou o compromisso de não tentar a reeleição, caso vença o pleito contra o presidente Jair Bolsonaro (PL).

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A coluna Radar, da Veja, revelou que o Partido dos Trabalhadores planeja sugerir uma mudança na legislação de fake news após o término das eleições. À revista, um dos coordenadores do partido defendeu uma “penalidade mais explícita e mais punitiva, para intimidar”.

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O candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) divulgou nesta quarta-feira (19) uma carta direcionada ao público evangélico. O documento, assinado por Lula, foi lido pelo ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência do governo Dilma Rousseff (PT), Gilberto Carvalho, durante reunião com pastores evangélicos nesta quarta-feira (19), em um hotel na capital paulista.

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao lado do Papa Francisco, líder da Igreja Católica; Jair Bolsonaro abraçado ao pastor Silas Malafaia, religioso da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo (foto: PT/Divulgação e Isac Nóbrega/PR)

A tênue linha que constitucionalmente separa estado e religião no Brasil aparece borrada na corrida eleitoral pelo cargo máximo do governo nacional. Em uma semana com intensos ataques de lado a lado, uma onda de fake news e desinformação deu a tônica de quão ofensivos devem ser os dias prévios ao segundo turno da disputa pela presidência em 2022, marcado para 30 de outubro. Cada um à sua maneira, Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL) protagonizam uma guerra nada santa, que envolve debates sobre religiosidade, cristianismo, maçonaria, forças ocultas e satanismo.

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Pesquisa Ipec divulgada nesta segunda-feira, 17, aponta o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 54% dos votos válidos no segundo turno das eleições, e o presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), com 46%. De acordo com o instituto, o cenário de segundo turno continua estável.

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