A defesa do ex-presidente Fernando Collor enviou neste sábado (26) ao Supremo Tribunal Federal (STF) um novo relatório médico para reforçar o pedido de concessão de prisão domiciliar. O documento destaca que Collor possui comorbidades graves, o que, segundo seus advogados, justifica a urgência na mudança do regime de cumprimento de pena.
De acordo com o relatório, Collor é portador da Doença de Parkinson, uma enfermidade progressiva que, embora atualmente controlada, pode evoluir rapidamente caso não haja a administração adequada dos medicamentos e o uso do CPAP, aparelho utilizado para manter as vias aéreas abertas durante o sono. Além disso, o laudo médico ressalta a necessidade de acompanhamento clínico periódico para o controle da doença.
O pedido de prisão domiciliar argumenta que o estado de saúde de Collor exige atenção constante e que o ambiente prisional seria inadequado para a manutenção dos cuidados necessários.
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O Supremo Tribunal Federal ainda não se manifestou sobre a nova solicitação da defesa.





