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Com o avanço do Projeto de Lei (PL) nº 1.904/24, que equipara o aborto ao crime de homicídio, o governo federal precisou endurecer o tom publicamente contra o texto.

Erro, não existe o grupo! Verifique sua sintaxe! (ID: 45)

Foto: Renato Araújo/Câmara dos Deputados

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou nesta sexta-feira (14) para tornar réu o deputado federal André Janones (Avante-MG) pelo crime de injúria contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Erro, não existe o grupo! Verifique sua sintaxe! (ID: 46)

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Líder do governo no Senado reforçou ser contra a medida e condenou de forma expressiva a iniciativa

Foto: Reprodução/Redes sociais

O deputado e líder religioso publicou uma crítica contundente sobre o papel de parlamentares que usam da fé alheia para impor “um projeto violento de sociedade”

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Uma enquete popular no site da Câmara dos Deputados mostra que 87% “discordam totalmente” do Projeto de Lei (PL) nº 1.904/24, que equipara o aborto de gestação acima de 22 semanas ao homicídio, incluindo casos de estupro de crianças e mulheres.

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Feminista declarada, conhecida por atuar na luta pela igualdade de gênero e direitos das mulheres, a primeira-dama Rosângela Lula da Silva se manifestou por meio das redes sociais, nesta sexta-feira (14), para criticar o projeto de lei de autoria do deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), que equipara o aborto ao homicídio.

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Ela é segunda suplente do senador Wellington Fagundes (PL-MT), que se licenciou para um tratamento de saúde e seguirá afastado da Casa até 9 de outubro. Rosana é uma das investigadas por suspeita de envolvimento nos atos golpistas de 8 de Janeiro.

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Os dois suspeitos tinham mandados de prisão preventiva pela morte de dois homens, que eram pai e filho, no dia 4 de outubro de 2022.

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Manifestantes realizaram atos nesta quinta-feira (13), em diversas cidades do país, como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, contra o projeto de lei que equipara o aborto a homicídio, e argumentam que a aprovação da proposta, que tramita na Câmara dos Deputados.

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O Ministério Público da Bahia (MP-BA) recomendou que moradores de Governador Mangabeira, no Recôncavo, não insistam em realizar as chamadas “guerras de espadas”. O evento teve a primeira proibição acatada na Bahia em 2011, em Cruz das Almas, na mesma região.

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