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Ministério da Saúde atrasa entregas e Bahia fica sem remédios para tratamento de diversas doenças; veja lista
O governo da Bahia denunciou, nesta terça-feira (24), o atraso do Ministério da Saúde no envio de 24 tipos de medicamentos para o tratamento de diversas doenças. Com isso, milhares de pacientes dos municípios do estado estão sendo afetados, afirma o governo.
Aumentou para 22 o número de medicamentos com estoque zerado ou em iminência de falta para pacientes da Bahia por falta de distribuição do Ministério da Saúde.
Com baixo estoque do imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford, o Ministério da Saúde liberou os municípios para aplicarem a vacina da Pfizer como substituto para a segunda dose da AstraZeneca.
O Ministério da Saúde liberou os municípios a aplicarem a vacina da Pfizer como substituta da AstraZeneca na segunda dose. A medida se dá diante da escassez de fornecimento de novas remessas do imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford.
Após reclamação do governador Rui Costa (PT), que prometeu ir à Justiça por mais de 900 mil doses que a Bahia deixou de receber, o Ministério da Saúde afirmou que haverá “uma compensação gradual dos quantitativos de vacinas enviados de modo complementar”. A pasta não especificou prazos.
O Instituto Butantan recebe hoje (8) da China 2 milhões de doses prontas da CoronaVac para serem entregues ao Plano Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde.
A Bahia, junto com o Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, são os estados que nos últimos 10 anos apresentaram o maior número de óbitos registrados com menção ao albinismo.
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) entregou hoje (6) mais 1 milhão de doses da vacina AstraZeneca ao Ministério da Saúde. A entrega desta sexta-feira vai reforçar o Programa Nacional de Imunizações (PNI), sendo dividida por todas as unidades da federação.
A namorada do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello recebeu R$ 29,5 mil de maio de 2020 a março deste ano em diárias do Ministério da Saúde. A informação foi revelada pelo jornal Folha de São Paulo. Laura Appi tem cargo de direção na Secretaria de Atenção Primária da pasta.
Após reunião do grupo técnico que assessora o Programa Nacional de Imunizações, o Ministério da Saúde decidiu manter a recomendação de intervalo de três meses entre a primeira e a segunda dose da vacina contra Covid da AstraZeneca e também da Pfizer.
