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Robinho foi condenado a nove anos de prisão por violência sexual (Crédito: Divulgação )

Com três votos a favor e um contra, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta sexta-feira (15) pela permanência do ex-jogador Robinho na prisão enquanto responde pelo crime de estupro coletivo. O julgamento, que ocorre em plenário virtual, ainda não foi concluído e seguirá até o dia 26 de novembro.

Foto: Reprodução/Redes Sociais

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para rejeitar o recurso de Domingos Brazão e manter sua prisão preventiva. O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, detido desde março deste ano, é apontado como um dos responsáveis pelo assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e de seu motorista, Anderson Gomes.

Foto: Reprodução

Desde o dia 8 de janeiro de 2023, até o atentado à bomba que levou um homem-bomba a se explodir em frente à estátua da Justiça, na quarta-feira (14/11), o Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu 1 mil ameaças por diversos meios, um total de três intimidações por dia. As ameaças contra ministros e atentando contra a integridade da Corte chegaram via e-mail, carta ou telefone.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, disse nesta quinta-feira (14) que as explosões ocorridas na frente da sede do tribunal revelam a necessidade de responsabilização de quem atenta contra a democracia.

A Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados pretende sugerir mudanças nos protocolos de segurança da Casa após as explosões ocorridas na quarta-feira (13) à noite na Praça dos Três Poderes e proximidades. Mas já há um reforço da segurança.

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O ministro do STF, Alexandre de Moraes, expressou sua preocupação com os recentes acontecimentos na Praça dos Três Poderes e destacou que esses eventos não foram isolados, apontando suas raízes em ações da administração anterior, especialmente através do chamado “gabinete do ódio” durante a presidência de Jair Bolsonaro (PL).

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Após as explosões ocorridas na noite de quarta-feira (13), a Esplanada dos Ministérios amanheceu com as atividades suspensas nesta quinta-feira (14). O autor dos ataques, Francisco Wanderley Luiz, conhecido como Tiü França, foi identificado como responsável pela detonação dos explosivos que atingiram a área em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Foto: Arquivo pessoal

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, negou o habeas corpus impetrado pela desembargadora do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), Sandra Inês Rusciolelli Azevedo. O pedido, que buscava a suspensão e revisão de sentenças já transitadas na Corte baiana, foi rejeitado no dia 11 de novembro, com a decisão publicada nesta quinta-feira (14).

Na noite desta quarta-feira (13), câmeras de segurança do Supremo Tribunal Federal (STF) captaram o momento exato em que Francisco Wanderley Luiz, de 59 anos, detonou um explosivo em frente ao prédio do Poder Judiciário, em Brasília.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou desconhecer o homem que morreu após se explodir na Praça dos Três Poderes, em Brasília, na noite de quarta-feira (13). Em conversa com o portal Metrópoles, Bolsonaro se referiu ao autor do ataque como um “maluco” e comentou: “Talvez tenha deixado algo escrito ou gravado”.

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