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A mãe do adolescente Lucas Terra, queimado vivo em um terreno baldio de Salvador, em 2001, comemorou a condenação dos pastores Joel Miranda e Fernando Aparecido da Silva, responsáveis pelo crime. O júri terminou na quinta-feira (27), com pena de 21 anos de prisão em regime fechado para cada um.

Lucas Terra — Foto: Reprodução/TV Bahia

Os pastores Joel Miranda e Fernando Aparecido da Silva foram condenados a 21 anos de prisão em regime fechado, pela morte do adolescente Lucas Terra, que foi queimado vivo e teve o corpo abandonado em um terreno baldio da capital baiana em 2001. A sentença foi proferida pela juíza Andréia Sarmento às 21h30.

A Corregedoria-Geral do Tribunal de Justiça da Bahia, liderada pelo Desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano, em parceria com o Conselho Nacional de Justiça, vai realizar na Praça Marechal Deodoro, conhecida como praça da mãozinha, no bairro Comércio, em Salvador, de 8 a 12 de maio, das 8h às 14h, a Semana Nacional de Identificação Civil (Registre-se!).

O Ministério Público Federal (MPF) apontou indícios de crime de peculato por parte do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no caso das joias sauditas.

Foto: Reprodução Arquivo Pessoal

Dentro da expectativa, a fase de debates do júri popular do Caso Lucas Terra teve início na tarde desta quinta-feira (26). Deste ponto em diante o veredicto dos jurados sairá após as considerações do Ministério Público e da Defesa dos pastores Fernando Aparecido da Silva e Joel Miranda.

Um dos acusados de participar do homicídio de Lucas Terra, em 2001, o pastor Joel Miranda, da Igreja Universal do Reino de Deus, negou qualquer envolvimento com o crime. “Sou inocente”, defendeu Miranda, quando interrogado nesta quinta-feira (27), terceiro dia do julgamento do caso. O religioso é réu no processo, junto com outro pastor, Fernando Aparecido da Silva.

Foto: Reprodução/Instagram

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios apresentou denúncia contra André Felipe de Souza Alves Pereira. Ele foi preso por divulgar fotos do corpo da cantora Marília Mendonça, morta em um acidente de avião.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Após o voto do ministro Edson Fachin para tornar réus mais 200 pessoas pelos ataques do dia 8 de janeiro, o placar do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) está 3 a 0.

Os 31 auditores do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA) que estão em campo na “Operação Educação”, visitaram nesta terça-feira (25) mais 23 escolas municipais de ensino fundamental, elevando para 49 o número de estabelecimentos de ensino vistoriados. A iniciativa da “Operação Educação”, é da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), e envolve os 32 tribunais de contas do país. O objetivo é visitar pelos menos 1.100 escolas públicas no país para um levantamento sobre as condições de funcionamento e infraestrutura. O trabalho, que começou na segunda-feira, será concluído nesta quarta-feira (26)

O segundo dia do júri popular do caso Lucas Terra, que vai decidir se os pastores da Igreja Universal do Reino de Deus Fernando Aparecido da Silva e Joel Miranda serão ou não condenados por envolvimento no assassinato do jovem, ocorrido em 2001, terminou no início da noite desta quarta-feira (26) após o depoimento de nove testemunhas de defesas. Pela manhã, foram ouvidos o pastor Allan dos Santos Bárbara, auxiliar da Igreja Universal da Pituba na época do crime, e o bispo Jadson Santos Edington, que era pastor da regional da Pituba quando o crime ocorreu. De acordo com a acusação, Fernando e Joel assassinaram Lucas porque o jovem flagrou os dois em pleno ato sexual. Um terceiro envolvido no crime, Silvio Galiza, já foi condenado e cumpre pena no semiaberto.

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