Últimas Notícias sobre Marielle Franco

Foto : Divulgação/ PSOL

O deputado estadual do PSOL Hilton Coelho pretende homenagear a colega de partido Marielle Franco, vereadora do Rio de Janeiro, assassinada a tiros há mais de um ano, com o nome da estação Acesso Norte. Para isso, o parlamentar protocolou na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) o projeto de Lei nº 23.173/2019, que ainda não tem previsão para ser apreciado na Casa.

Foto : Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Conselho Municipal de Paris aprovou hoje (1º) a criação de um espaço público com o nome da vereadora Marielle Franco. De acordo com a Democracia no Brasil (RED.Br) trata-se de “uma homenagem à Marielle, mas também uma forma de apoiar a luta contemporânea contra a violência e a opressão antidemocrática em todo o mundo”. Após a aprovação do projeto, o próximo passo é encontrar o local (rua, praça ou passagem pública) para receber a homenagem.

Foto : Reprodução / TV Globo / Arquivo

Após a saída de Giniton Lages do caso Marielle Franco, a Polícia Civil do Rio de Janeiro indicou Daniel Rosa como titular da Delegacia de Homicídios nesta segunda-feira (25). “Passei por todos os setores aqui da DH, titularidade da Baixada e agora aqui. A gente vai encarar esse desafio com muita naturalidade”, disse Daniel Rosa após assumir o cargo nesta segunda.

Foto : Reprodução / TV Globo

O PM reformado Ronnie Lessa, acusado pelo assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, fez buscas online sobre ativistas e pesquisadores da área de direitos humanos dedicados à segurança pública, nos meses que antecederam o crime. Lessa está preso desde a semana passada. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Foto: © REUTERS

O sargento reformado da Polícia Militar Ronnie Lessa e o ex-PM Élcio Queiroz, acusados de matar Marielle Franco e Anderson Gomes, foram ouvidos pela polícia cerca de um mês antes da prisão, ocorrida na última terça-feira (12). Na oportunidade, não souberam informar o que tinham feito no dia 14 de março de 2018, data do … continue

Foto: Reprodução / TV Globo

Os interrogatórios dos dois denunciados pelo homicídio de Marielle Franco, Élcio Queiroz e Ronnie Lessa, na Delegacia de Homicídios (DH) do Rio de Janeiro, na Barra da Tijuca (zona oeste), terminaram no final da tarde desta sexta-feira (15). Eles não responderam às perguntas – usaram o direito de permanecer em silêncio e só devem se manifestar em juízo. Os dois saíram da DH às 17h47 e foram conduzidos para o presídio de Bangu 1, no complexo penitenciário de Gericinó, também na zona oeste.

Foto: Divulgação

O policial militar reformado Ronnie Lessa, acusado de matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, mantinha uma coleção de armas em um dos quartos da sua casa. Imagens obtidas pelo RJ1, da TV Globo, mostram que também foi achado no local um artefato semelhante a uma bomba relógio. Todo o material foi apreendido.
Ronnie e o ex-policial militar Élcio Vieira de Queiroz foram presos nesta terça-feira (12) no Rio de Janeiro durante a madrugada, enquanto eles saíam de casa.

Foto: Divulgação/PCERJ

Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontou um depósito de R$ 100 mil, em dinheiro, na conta do policial reformado Ronnie Lessa, suspeito de assassinar Marielle e Anderson. A informação é do portal G1. O Ministério Público citou esse relatório em um pedido de bloqueio dos bens de Lessa e do ex-PM Élcio Queiroz, também preso. O depósito foi feito na boca do caixa, no dia 9 de outubro de 2018, sete meses depois do crime.

Foto : Marcelo Camargo / Agência Brasil

A bancada do PSOL na Câmara dos Deputados fez hoje (14), no Salão Verde da Casa, um ato para lembrar um ano do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Os parlamentares, vestindo camisetas com a pergunta “Quem mandou matar Marielle?”, cobraram a continuidade das investigações para apurar os possíveis mandantes do crime.

Foto : Reprodução

A coordenadora da Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRJ), Simone Sibilio, em entrevista coletiva na tarde de hoje (12), destacou que as investigações mostram uma motivação política para o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em março do ano passado. “Está suficientemente indicado que houve motivação política pela atuação de Marielle em favor das minorias”, relatou a promotora de Justiça. A promotora reafirmou que não é possível afirmar, ainda, se há um mandante do crime. “Nenhuma linha de investigação é descartada

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