Últimas Notícias sobre JUSTIÇA

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Mulheres sofrem mais assédio moral e sexual no ambiente de trabalho do que os homens, de acordo com pesquisa do Instituto Patrícia Galvão obtida pelo G1: 40% delas dizem que já foram xingadas ou já ouviram gritos no trabalho, contra 13% dos homens que vivenciaram a mesma situação. Dentre os trabalhadores que tiveram seu trabalho excessivamente supervisionado, 40% também são mulheres e 16% são homens.

Erro, não existe o grupo! Verifique sua sintaxe! (ID: 45)

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O período de festas do fim de ano aquece o comércio a economia com a compra dos presentes de Natal e Ano Novo. Porém, na hora da escolha dos produtos, é preciso ficar atento a pequenos detalhes que podem evitar dores de cabeça mais à frente.

Erro, não existe o grupo! Verifique sua sintaxe! (ID: 46)

Foto : Bruna Prado / AP

A desembargadora Rosa Helena Penna Macedo Guita, que determinou a prisão do prefeito afastado do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, encaminhou um documento ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), com a solicitação de que o acusado por corrupção volte para a cadeia.

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Xuxa Meneghel venceu um processo contra Guilherme Lazo Solano Neto, capitão da polícia militar de São Paulo, por calúnia e difamação. O PM havia publicado em redes sociais diversas imagens e menções com críticas à apresentadora e ao livro dela, Maya: bebê arco-íris.

Viviane, Thalia, Evelaine, Loni, Anna Paula e Aline foram vítimas de feminicídio no período do Natal em 2020 Foto: Reprodução

Viviane Vieira do Amaral Arronenzi, de 45 anos, moradora de Niterói (RJ); Thalia Ferraz, 23, de Jaraguá do Sul (SC); Evelaine Aparecida Ricardo, 29, de Campo Largo (PR); Loni Priebe de Almeida, 74, de Ibarama (RS); Anna Paula Porfírio dos Santos, 45, de Recife (PE); e Aline Arns, 38, de Forquilhinha (SC) — seis mulheres que, até este Natal, viviam suas vidas separadamente, mas agora se encontram nas estatísticas do feminicídio no Brasil.

A Defensoria Pública do Estado da Bahia – DPE/BA e o Esporte Clube Bahia iniciaram as tratativas para firmar um termo de compromisso de combate ao racismo no futebol baiano. A instituição foi procurada pelo clube depois de um jogador ter sido acusado de racismo no jogo do Bahia e Flamengo, no último domingo, 20.

Foto : Reprodução/TV Globo

A juíza Viviane Vieira do Amaral Arronenzi, de 45 anos, assassinada na véspera de Natal pelo ex-marido, o engenheiro Paulo José Arronenzi, levou 16 facadas, de acordo com o laudo do Instituto Médico Legal (IML). A magistrada foi esfaqueada no pescoço, rosto e barriga na tarde de quinta-feira (24) na frente das três filhas do casal.

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O ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, confirmou que a festa de Carlinhos Maia foi fonte de infecção para o coronavírus. Ele disse na última sexta-feira, 25, que o humorista pode ser responsabilizado por crime sanitário.

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A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e a Associação dos Juízes Federais do Rio de Janeiro e Espírito Santo (Ajuferjes) assinaram nota conjunta contra o assassinato da juíza Viviane Vieira do Amaral Arronenzi, do Tribunal de Justiça do Rio, que foi morta pelo ex-marido na frente das três filhas na véspera do Natal. O engenheiro Paulo José Arronenzi, de 52 anos, foi preso em flagrante e o crime foi gravado por uma testemunha.

Prisão em flagrante foi convertida em preventiva |Foto: Polícia Civil/Divulgação

A justiça converteu em preventiva a prisão em flagrante de Paulo José Arronenzi (52), que esfaqueou e matou a ex-mulher, a juíza Viviane Arronenzi (45), na presença das três filhas do casal, no dia 24 de dezembro, no Rio de Janeiro (relembre o caso). 

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