Últimas Notícias sobre JUSTIÇA

Foto: © Marcello Casal JrAgência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro vetou a inclusão de categorias profissionais para o recebimento do auxílio emergencial de R$ 600, o socorro financeiro pago pelo governo aos trabalhadores informais afetados pelas medidas de combate à pandemia de covid-19 no país. A lei com mudanças no auxílio emergencial foi sancionada com 11 vetos e publicada hoje (15) no Diário Oficial da União.

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O ex-gestor de Madre de Deus, Jeferson Andrade, deixou um rombo maior que o imaginado nas contas da prefeitura. Afastado por 180 dias por suspeita de desvios em obras na cidade e investigado por formação de quadrilha, o ex-prefeito também é alvo de uma CPI na Câmara de Vereadores por conta de contratações irregulares na Secretaria de Saúde, comandada pela sua esposa Naiara Andrade.

Foto: Reprodução / JBastos Repórter

O ex-prefeito de Itabela, na Costa do Descobrimento, sul baiano, Paulo Ernesto Pessanha da Silva, terá de devolver, do próprio bolso, R$ 22,9 milhões aos cofres públicos. O ex-gestor também foi multado em R$ 53,6 mil e será investigado por improbidade administrativa pelo Ministério Público do Estado (MP-BA). As medidas foram tomadas nesta quinta-feira (14) em sessão virtual do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM-BA). As contas rejeitadas foram do ano de 2016.

m homem recebe um teste de auto-coronavírus de um estudante de medicina à sua porta, em meio ao surto de doença de coronavírus (COVID-19), em São Caetano do Sul, São Paulo, Brasil, 14 de abril de 2020. REUTERS / Rahel Patrasso

O presidente Jair Bolsonaro editou medida provisória (MP) que livra os agentes públicos de responsabilidade por ação e omissão em atos relacionados, direta ou indiretamente, com a pandemia do novo coronavírus. A MP 966/2020, que trata dessa responsabilização, foi publicada hoje (14) no Diário Oficial da União. De acordo com o texto, o profissional só poderá … continue

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A Segunda Câmara do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA), em sessão ordinária feita por videoconferência, desaprovou, nesta quarta-feira (13), a prestação de contas de três convênios, condenando os gestores responsáveis a devolver R$ 254.157,31 aos cofres públicos, quantia que deverá ser acrescida de juros de mora e atualização monetária.

Bolsonaro: o presidente já havia dito que entregaria os resultados se houvesse uma determinação do STF (Isac Nóbrega/Agência Brasil)

A Advocacia-Geral da União informou na noite desta terça-feira em nota que entregou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski os exames realizados pelo presidente Jair Bolsonaro a respeito do contágio para o novo coronavírus.

Foto: divulgação/Prefeitura de Camaçari

Após pedido da Prefeitura de Camaçari, a Justiça Federal suspendeu por quatro meses, em decisão liminar, o pagamento de financiamentos e parcelamentos contratados pelo município junto à Caixa Econômica Federal e a União.

Foto: Reprodução / Flickr Palácio do Planalto

O governo federal decidiu entregar ao ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), os exames do presidente Jair Bolsonaro para coronavírus. Bolsonaro afirmou que fez dois testes, ambos com resultado negativo, segundo ele, mas sempre se recusou a mostrar os exames.

~Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Os bancos terão que informar aos clientes de forma clara e precisa a diferença entre prorrogação e renegociação de dívidas, assim como explicitar se haverá a incidência de juros e demais encargos e que a renegociação não é automática. A determinação é do juiz Sérgio Caldas Fernandes da 23ª Vara Cível da Comarca de Belo Horizonte, que atendeu parcialmente pedido do Instituto de Defesa Coletiva (IDC) em uma ação civil pública contra a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o Banco do Brasil, o Bradesco, o Itaú e o Santander.

Tricolor entrou com recurso e cobra que ex-presidente Marcelo Guimarães Filho explique a dívida (Foto: Felipe Oliveira/EC Bahia)

A Justiça determinou o bloqueio de bens do Bahia para pagar uma dívida de R$ 21,5 milhões contraída pelo clube com a empresa Ingresso Fácil, do grupo BWA, em 2011, durante a gestão do ex-presidente Marcelo Guimarães Filho, destituído do cargo em 2013 após intervenção judicial.

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